cemiterio da recoleta

5 histórias surreais do Cemitério da Recoleta

O Cemitério da Recoleta é um dos pontos turísticos mais movimentados de Buenos Aires. Infelizmente, a maioria dos turistas acaba indo lá principalmente para visitar a tumba da Evita, que é bem mais simples que as outras do lugar.

Visitar o cemitério da Recoleta pode ser bem chato e mórbido. As tumbas são lindas, mas depois de um tempo já enche o saco. Afinal é só tumba e caixão. Se você não conhece as histórias do lugar não tem graça nenhuma.

Aqui 5 histórias surreais do cemitério da Recoleta

1. Rufina Cambaceres, a jovem que morreu duas vezes.

Cemitério da Recoleta

Em uma das esquinas do cemitério da Recoleta está uma das tumbas mais belas, a de Rufina Cambaceres, filha do escritor Eugenio Cambaceres. Diz a história que na noite que a menina fazia 19 anos, sua mãe faria uma grande comemoração e a levaria para o teatro, apresentando Rufina para a sociedade.

Porém, antes de sair, a menina foi encontrada morta, toda rígida no chão. Um médico confirmou sua morte e no dia seguinte ela foi enterrada. Alguns dias depois, os empregados do cemitério encontraram seu caixão aberto com a tampa quebrada. A versão oficial diz que foi um roubo, mas o provável é que a Rufina tenha sofrido um ataque de catalepsia e acordado dentro do sepulcro, já que foram encontrados vários arranhões na parte interior do caixão.

Uma estátua mostra a menina segurando uma espécie de maçaneta da tumba, como se quisesse sair ou entrar do mundo dos mortos.

2. David Alleno, o coveiro que se suicidou para estrear a própria tumba.

Cemitério da Recoleta

Desde sempre, o cemitério da Recoleta foi endereço fúnebre dos mais ricos. Ser enterrado aí era sonho (ou pesadelo?) de consumo de muitos, inclusive de David Alleno.

David era empregado do cemitério e sonhava em passar a eternidade ali. Economizou durante toda sua vida para isso acontecer. Com a ajuda do seu irmão, ele viajou até a Itália, onde encomendou essa escultura. Detalhe: a lápide foi encomendada já com o ano da sua morte, 1910. Quando era perguntado sobre esse macabro detalhe pelos seus colegas de trabalho, David nada dizia.

No dia que sua tumba finalmente ficou pronta, David avisou a administração do cemitério que não trabalharia mais ali. Despediu-se dos colegas e foi embora. Ao chegar em casa se matou com um tiro.

No seu túmulo há uma estátua que o representa com sua roupa de trabalho, uma regadeira, uma vassoura, um molho de chaves e os dizeres “David Alleno, cuidador en este cementerio 1881-1910”. Atualmente é o único feliz proprietário desse pedaço de terra. Em cima da tumba está o nome do irmão que ajudou a pagá-la, Juan Alleno.

3. Liliana Crociati e a conexão com seu cachorro

Cemitério da Recoleta

Em 1970, Liliana morreu numa avalanche durante sua lua de mel na Áustria, na cidade de Innsbruck. No mesmo dia, separado por mais de 14 mil quilômetros de distância, seu cachorro Sabú também faleceu.

Seu pai fez um mausoléu que imita o quarto que Liliana tinha em vida. Sua escultura é a única do cemitério acompanhada por um cachorro.

4. Salvador María del Carril e Tiburcia Dominguez, o rancor eterno

Cemitério da Recoleta

Salvador María del Carril foi vice-presidente constitucionalista, governador de San Juan e Ministro de Governo, porém ele é lembrado no cemitério pelo péssimo relacionamento que tinha com sua esposa Tiburcia.

Depois de uma briga horrível, eles se deixaram de falar e assim ficaram por mais de 30 anos. Del Carríl inclusive fez uma carta pública dizendo que estava cansado das dívidas da mulher e não pagaria mais nenhum centavo do que ela devia.

Quando ele faleceu, sua esposa fez um mausoléu lindíssimo para o marido, com uma estátua olhando para o sul. Quinze anos depois, quando Tiburcia morreu, seu último desejo era que seu busto fosse colocado de costas para o de Del Carril, já que seu ódio duraria toda eternidade. Continuam sem se falar e se olhar desde então.

5. Elisa Brown, a noiva do Rio da Prata

Cemitério da Recoleta

Elisa Brown, filha do famoso almirante Brown, estava esperando a volta do seu noivo, o comandante Francis Drummond, que justo estava lutando sob as ordens do sogro na Guerra Cisplatina

Na batalha de Monte Santiago, Francis morre nos braços do Almirante. Sua última vontade foi que entregassem a Elisa o relógio que ele estava usando.

Meses depois da morte do marido e desesperada por não conseguir viver sem seu amor, Elisa se joga ao Rio da Prata com o vestido de noiva que havia sido encomendado para seu casamento e morre afogada. Seus restos estão dentro de uma urna que foi feita com o bronze fundido de um dos canhões da embarcação que Francis usou na guerra.

Devido ao sucesso desse post, fizemos uma versão dele em vídeo pro Aires Buenos TV! Vejam aí!

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78 comentários

  1. essa histórias são excelentes e o cemitério com certeza fica ainda “melhor”. eu adoro esse lugar! três vezes em buenos aires e três vezes no cemiterio, quer dizer, quatro vezes, porque em uma viagem passei por lá 2x.

    é de fato estranho ir em cemitério, mas no da Recoleta eu confesso que chego a me sentir bem. sim, tem uns túmulos a bandonados, com o caixao praticamente aberto, e esses não são legais… mas no geral a visita é excelente.

    um dos túmulos que eu mais gostei é um que fica na mesma “rua” que o da Evita ( http://migre.me/9JzQy ). fico até emocionado quando o vejo ao vivo.

  2. Ana

    ¡Qué osom este post! Sólo conocía la primera historia. Supuestamente la canción “Rasguña las piedras” de Sui Generis tiene que ver con Rufina (o alguien me lo dijo y yo me lo creí). Quiero volver sabiendo todo esto. Obrigada pelo post Tulinho 🙂

  3. Karina

    Olá
    meu amigo esteve visitando BA esse final de semana e me falou que a cidade está muito cara! Diz que estão vendendo fogazza por 60 pesos!! e que não estão aceitando mais dolar.
    é verdade? estão nessa situação? estou perguntando pois vou na Argentina nesse mes.

    obrigada!!

  4. suzete

    Estou indo passear em BsAs e vou incluir o passeio ao cemitério graças aos seus comentários.Obrigada

  5. Pingback: Buenos Aires (dia 2): Recoleta, San Telmo « Curtindo Viajar

  6. Pingback: Visita guiada ao Cemitério da Recoleta | Idas e Vindas - Viagens e Aventuras

  7. Julianne

    Boa noite, gostaria de saber se em Buenos Aires aceitam o Real ou tenho que levar pesos mesmo. Grata. Julianne

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  11. esse lugar é incrível! pra mim, foi ainda surreal…rs. olhem a minha história… estive em BsAs em novembro do ano passado. o calor estava terrível, mesmo pra padrões brasileiros. as TVs locais diziam que estavam passando por um “golpe de calor” e que o fim da semana prometia ser debaixo d’água. na sexta-feira, eu e uma amiga saímos do hotel pra visitar mais uma vez a Plaza de Mayo e depois ir pra Palermo e Recoleta. o céu totalmente negro. fomos do mesmo jeito. na Plaza de Mayo, o caos. uma ventania muito forte, muita gente brigando por táxis pra sair logo de lá. não conseguimos táxi e corremos pro albergue de um amigo perto de lá. nos armamos de moletões e jaquetas para chuva, chamamos um táxi e saímos pra continuar o passeio, quando a maioria voltaria pro hotel…rs. chegamos ao cemitério debaixo de uma garoa fininha, o céu ainda negro. de repente, entre mausoléus e muitos turistas, a chuva começou a apertar. íamos nos abrigando nas portas das tumbas. nossos pés e calças, encharcados já. aí o mundo caiu. a chuva desabava e não tínhamos pra onde ir. nos separamos e corrermos em busca de abrigo enquanto víamos dezenas de turistas correndo também. totalmente encharcada, correndo sem rumo entre mausoléus enormes, ouvi uma voz, me virei e vi uma mão que me chamava de dentro de um mausoléu. não entendi o que dizia, e nem tive tempo de pensar quão bizarro era uma mão me chamando de um túmulo. apenas corri em sua direção. encontrei lá Eduardo, o coveiro, que, não sei como compreendi (meu espanhol é uma fraude…rs), pediu que eu chamasse meus amigos, q apareceram um de cada lado, com olho regalado quando me viram dentro de um túmulo, onde eles também entrariam. como se isso não fosse estranho o bastante, quando olho para o lado, vejo 6 caixões emparedados num grande bloco de mármore. eu toda era só espanto e riso. não acreditava no que via. não tenho problema com mortos e cemitérios, mas, convenhamos que, estar dentro de um túmulo rodeado de caixões insepultos não é a coisa mais normal do mundo. minha amiga estava pálida. meu amigo, em altos papos com o coveiro, que contava histórias sobre os mortos ilustres. ficamos lá por quase uma hora. quando a chuva diminuiu, Eduardo nos levou debaixo de seu guarda-chuva até o túmulo da Eva Perón e depois até a capela da entrada do cemitério, onde muitos turistas encharcados já estavam. o coveiro se despediu e nos deixou lá, enquanto se dirigia a outro canto da entrada. havia funcionários do local lá, todos conversando. Eduardo, no entanto, ficava calado e nos observando ao longe. havia outras pessoas pra ajudar lá dentro, mas ele ficou lá, até quando fomos embora. eu fico impressionada com esse fato até hj. se me contassem, eu talvez não acreditasse. mas aconteceu comigo, com meus amigos e tenho fotos disso, o que prova que nem sou louca, nem mentirosa…rs. numa das fotos, em que Eduardo aparece de frente, ele está de braços cruzados sobre o peito, como os defuntos…rs. não sei o que foi aquilo tudo, só sei que a Argentina, Buenos Aires, me deixaram muitas histórias pra contar…=)

    • denise castor

      nossa adorei sua historia…isso sim é uma vivencia e tanto… nao sei se eu responderia a uma mao me chamando de um tumulo… lindissimo o cemiterio

      • danieladenadai

        rs… Foi uma aventura e tanto… Aliás, Buenos Aires foi uma aventura deliciosa… o cemitério fascinante e a cidade inesquecível… =)

    • Fabianacgo

      Noooossa menina que coragem heim?
      Estive em BA semana passada e conheci esse cemitério, aqui no Brasil não entro em cemitério há um bom tempo, não sei direito se é medo ou frescura mesmo………..rsrsrs.
      Mas nesse entrei numa boa mas se acontecesse isso comigo acho que infartaria
      Mas confesso que fiquei curiosa para ver essas fotos……….hehehe
      Bjus

      • rs… não era coragem, não, Fabiana… falta de opção mesmo…rs. ou era aguentar a chuva na cabeça até achar a saída (tudo bem que já estávamos encharcados…rs) ou topar qualquer negócio pra se abrigar até a coisa melhorar, mesmo que esse negócio fosse ficar dando um tempo dentro de túmulo centenário, rodeado de caixões e de um coveiro esquisitão…rs. não tenho problema com cemitério. na verdade, eu e meus primos adoravávamos passear neles quando éramos crianças em dias de finados e enterros…rs. vc não tem ideia do monte de coisas bizarras que vc acha dentro de um cemitério…rs. um dia achei um túmulo com a foto do falecido dentro do caixão… outra com o que parecia ser um morcego ao fundo…rs. me apaixonei por BsAs e por todas as particularidades dessa cidade encantadora… que inveja de vc por ter acabado de chegar de lá…rs. abraço.

    • GENTE!! que história maravilhosa!! queria ver as fotos!!! manda a foto pro meu facebook, daniela!! adorei e queria ter entrado lá também pra ver hahaha

    • Cor de chiclete fiquei! Amei a história e corajosa hein! Bom até cometei isso em um outro blog. Não sou nenhuma cemiteriomaniaca mas amo as esculturas dos anjos e os adornos utilizados nos túmulos. As histórias de algumas pessoas que agora habitam neles dariam ótimos filmes. Ou melhor ótimos livros Não curto cemitérios(Quem Curte né? Não falo os de pontos turísticos) mas quando vou(Graças a deus é pouco) sou daquelas que olham se tem uma frase legal nas lapides ou tenho a mania(incontrolável) de olhar algumas datas e supor a idade da morte(Meio louco sei). No fim tal post “Gossebumps” me fez lembrar da história de “La Pascualita” a noiva cadáver não é em “Mi Buenos Aires” mas no México! Conhecem??? Se não! Pesquisem é uma história muito da hora também! Bjoks!

  12. edgardo fabio cuello

    agradecido por las historias y por los comentarios yo soy de alla pero mi mujer sirlene es de balneario ainda no consegui yevarla para alla pero que vamos vamos !!
    hoy es 29 de março del 2013

  13. adriana marques

    de todas as vezes que estive em BA, o cemitério da Recoleta foi o lugar que mais fotografei ! Cidade incrivel.

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  15. Anelise Quiroga

    Estive no cemitério da Recoleta ontem com meu filho e gostei da história do túmulo com a escultura de uma moça que está com seu cachorro . Liliana e Sabu. Sempre tem um gato ao lado do túmulo.

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  19. Cora Clivia

    Daniela! Eu e minha filha estivemos em BA semana passada. Por incrível que pareça fomos ao Cemitério de la Ricoleta quando estava chovendo fininho e caiu o maior temporal quando estávamos lá. Molhamos tudo mesmo, procurando a saída. Na corrida dentro de uma das sepulturas tinha um Sr. com camiseta vermelha… será o mesmo coveiro?…Minha filha só disse : o que é isso!!!! e saiu correndo kkkk…
    Voltamos outro dia para visitar (sem chuva), de fato as esculturas são belíssimas. Já tinha lido Que onde está Liliana e Sabu, sempre tem um gato, é verdade tinha um dormindo pesado no lugar.
    É o primeiro cemitério que fui, que senti que era uma homenagem a vida e não a morte!

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  22. Silvia

    Procuro uma história …. A bisavó do meu marido foi assassinada em B.A. a facadas por um louco, no inicio do século xx e foi enterrada lá ….sera que consigo descobrir o seu túmulo ?

    • Túlio Bragança
      Author

      Silvia, se vc tem o nome dela é bem possível que consiga. Eles tem dados de todos os túmulos lá. Abs

  23. Plácido Morales Alvarez

    Eu sou nascido em Buenos Aires, mas fui criado no RJ. Vim pra cá, porque os meus pais se separaram. Voltei algumas vzs pra lá e tal… O meu pai faleceu e foi enterrado em Recoleta. Sou fascinado por este cemitério… Eu me lembro que, quando fui dar uma volta por lá, achei o jazigo do meu pai ( não sabia que ele estava lá, mas sabia que era perto do trabalho dele). Está c/ a mescla do sobrenome dele e da atual mulher: Família Morales Alvarez Ferreira. Quase toquei no caixão, pois a porta de vidro estava semiaberta, fechada apenas com uma corrente. Sempre que tenho a oportunidade, eu vou naquele lugar belo e sinistro.

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  27. Estive em Buenos Aires no final de julho deste ano, e achei a cidade um espetáculo, uma cultura diferente, uma organização urbana muito avançada, o que me levou a imaginar a riqueza que este pais obteva ha umas decadas atrás, para que se pudesse construir museus, igrejas e prédios publicos de maneira que encantam. O cemiterio da Recoleta, chega ser quase surreal, mas que ao caminharmos por entre as tumbas sentimos uma nostalgia do que é a vida e ali está demonstrado todo o esplendor da riqueza da familia dos sepultados, para ficar na lembrança. Quem for a Buenos Aires é um lugar que deve ser visitado. Muitos tumulos estão abandonados e o tempo vai destruinto, apesar de que estão trabalhando pra reconstruí-los. Quase todos os tumulos, tem uma porta envidraçada, onde aparecem muitos caixões superpostos, inclusive em andares inferiores, o que me deixou impressionado, aparentemente são de uma feitura acredito com madeira de muita qualidade, só não fiquei sabendo como fazem com um enterro de uma pessoa que morreu a poucas horas, pelo cheiro da decomposição, talvez a porta envidraça seja vedada totalmente.

    • Marcia

      Elio , estive hoje no cemitério e perguntei exatamente isso para a senhora que nos levou para uma visita guiada . Ela disse que colocam um pouco de formol nos corpos e os colocam dentro de um caixão de ferro ,que é então lacrado e colocado dentro do caixão de madeira , desta forma , toda a decomposição ocorre dentro do caixão de ferro lacrado , não permitindo desta forma que exale cheiro.

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  30. Obrigado pelo post, guiou minha visita ao cemitério. É uma pena que a rumba do coveiro David Alleno esteja abandonada aos olhos dos turistas e a conservação patrimonial. Mas foi a que mais gostei e demorei a achar!

    • Túlio Bragança
      Author

      Paulo, que bom que vc curtiu. A gente sempre ouviu falar dessa tumba, mas é dificil mesmo de achar. No dia que fizemos o vídeo estávamos quase desistindo, quando tivemos a sorte de achar um guia lá, que nos explicou a localizacao

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  35. Daniella

    Que historias legais! Estou em Buenos Aires agora, passando alguns dias, e gosto demais desta cidade. Realmente, quem vai ao cemiterio normalmente so procura por Evita, o que e um desperdicio.

  36. Marcia

    Ouvi hoje outra história sobre a Liliane , realmente ela morreu em uma avalanche , na noite de nupcias , seu pai fez um poema , que encontra-se em uma placa abaixo da sua estátua. Segundo a guia que nos levou , o pai dela mandou fazer o túmulo de maneira que lembrasse a igreja onde ela casou , e a a roupa da estátua é a roupa que ela estava quando seu pai a viu viva pela ultima vaz ( o vestido de noiva). Quando ao cachorro , quando ele morreu foi feita a estátua dele (não nos falou que morreu no mesmo dia que ela) e reza a lenda que quem passar a mão no focinho dele , terá sorte.

  37. Aline

    Túlio, gostaria de parabenizar você pelo blog. Ótimas dicas que estão me ajudando a montar o roteiro de viagem. O cemitério já está incluso e vou dar uma passadinha nos locais que vc citou no vídeo.
    Também gostaria de uma indicação sua sobre bares para ir à noite ou se há um post falando disso. Desde já, agradeço!

    • Túlio Bragança
      Author

      Valeu, Aline. Muchas Gracias. Temos um post sobre locais de cerveja, quem sabe sirva. De noite a área próxima da Plaza Serrana está cheia de barzinhos.

    • Além do cemitério, que já vale a viagem, não deixe de ir no Sr. Tango. Ali sim vc vê como eles. os argentinos, são patriotas. É imperdível, eu cheguei a chorar de ver. Não deixe de ir.

  38. MarisaSchmidt

    Acabo de voltar da Argentina, total e irremediavelmente apaixonada pelo país e pelo seu povo culto, elegante e educado. Visitei o cemitério da Recoleta, já que o cemitério é sempre o primeiro lugar que visito num lugar que me seja desconhecido porque creio que ele nos dê toda a História do lugar e é o mais confiável índice sociológico que conheço.
    O da Recoleta é por demais interessante, quer pelo inusitado dos caixões insepultos, que agora sei que contém os corpos (!!), quer por ter poucos elementos religiosos e os mausoléus são feitos para homenagear seus “moradores” ilustres e abonados. Infelizmente fui fazer a visita ser ter antes lido este magnifico post e portanto não usufrui tudo que poderia ter usufruído; no entanto, o túmulo da Liliane me emocionou profundamente pela beleza da obra e, poeta que sou, pelo emocionado poema feito pelo pai da moça.
    Agora, munida destas ótimas informações, terei mais um motivo premente (além dos vinhos…) para convencer o marido da urgência de nova viagem à linda Argentina.
    Grata e forte abraço.

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  41. Márcia

    Visitei o Cemitério da Recoleta hoje, realmente é muito lindo. Pena que justamente lá fui vítima de um furto. Levaram minha carteira com meus documentos, cartão de crédito e dinheiro. Passei toda a tarde entre posto da polícia e Consulado Brasileiro para providenciar documento para deixar o país. Retorno ao Brasil amanhã e antes da viagem terei que retornar ao Consulado para resolver meu problema. Aviso para que cuidem, quando fui registrar ocorrência do fato na polícia fui informada que era o segundo caso em dois dias. Lembro de abrir a bolsa para pegar o celular e fazer uma foto no túmulo da Evita, tinha muita gente lá. Imagino que tenha sido neste momento.

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  43. Sou neta de argentinos, e sempre vou a BA e todas as vezes vou ao cemiterio, pois acho maravilhoso ! E como disseram, parece uma homenagem a vida e nao a morte. Uma das vezes, estava lotado, fomos caminhar por onde nao tinha ninguem , observamos tumulos que nunca haviamos visto pois nunca andamos naquela parte do cemiterio e fomos empurrados ! Sim ! Fomos empurrados ate sairmos do corredorzinho…… Sou medium e senti que estavam bravos e mt tristes pois as pessoas só vao visitar os famosos…. Se fosse só eu a “empurrada” , poderiam me chamar de louca kkkk mas foi sinistro. Sai de lá pq nao queria me envolver com assunto espiritual aquele dia, mas mt me arrependi pois deu mt pena, senti a tristeza dos mortos…..

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  46. Carlos

    Fui hoje ao cemitério, achei que precisariam cuidar mais dos mausoléus. Poder ver alguns caixões é algo bem inusitado, da um ar um pouco macabro, mas acho que vale a pena fazer uma visita.
    Ao lado tem o Recolleta Mall, que também é um lugar com muitas opções de lazer.

  47. um ponto turístico que vale muito apena conhecer , fiquei encanto com aquele lugar mistico e deslumbrante, arquitetura belíssima
    nao me contive e no outro dia fui novamente tudo aqui me instigou pelo fato dos túmulos e sua historia . recomendo pra todos

  48. Pingback: Um ponto turístico diferente: o Cemitério da Recoleta

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