Roteiro de seis dias em Buenos Aires – Dica do leitor

É muito gostoso para nós do Aires Buenos Blog receber uma dica do leitor de alguém que usou os nossos guias de viagem para planejar seu passeio pela capital portenha! Vocês não imaginam como isso é gratificante. O Kauê e a Heloiza mandaram para nós o roteiro de seis dias em Buenos Aires que eles fizeram baseado nos nossos guias e esperamos que vocês se inspirem com esse relato!

E se por acaso você nunca ouviu falar dos nossos guias de viagem, saiba que eles podem fazer toda a diferença na sua viagem! O Guia Básico: 4 dias em Buenos Aires é recheado com os pontos turísticos tradicionais da cidade e com diversas dicas que vão fazer você olhar de uma forma diferente por onde passar. Mas se você quer algo descolado, vale a pena conhecer o nosso Guia Lado B dos pontos turísticos de Buenos Aires. Ele vai te mostrar lugares interessantes da cidade, mas não tão conhecidos pelos turistas!

Roteiro de seis dias em Buenos Aires – Dica do leitor

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Olá leitores do Aires Buenos! Gostaríamos de compartilhar nossa experiência maravilhosa nesta cidade excepcional.

Começamos a planejar nossa viagem desde julho. Conseguimos dicas valiosas nos sites do Aires Buenos blog, Viaje na viagem e no canal do youtube da Beta “De passeio por”, entre outros blogs, além das dicas de nossos amigos. Para definir nosso roteiro, aproveitamos muito o Guia Básico: 4 dias em Buenos Aires e o Guia Lado B dos pontos turísticos de Buenos Aires aqui do Aires Buenos blog.

Reservamos o Hotel Etoile, na Recoleta, pelo Booking.com, com base nas ótimas avaliações e por ser uma localização central em relação aos bairros turísticos que visitaríamos.

15/out (quinta) – Chegada e show no Piazzola Tango
Saímos de Santos/SP para voar partindo do aeroporto de Guarulhos. Chegamos ao Aeroparque (AEP) às 15h. Fizemos câmbio no Banco La Nación do aeroporto, apenas o suficiente para o táxi, que custou 100 pesos, pois a cotação oficial estava a 2,50.

Chegamos ao Hotel Etoile às 16h15 e fomos recebidos pela empresa com quem fechamos o pacote de Tango e câmbio. Pegamos umas ótimas dicas e um mapa turístico que foi muito útil em toda a viagem.

Como o transfer para o Piazzola Tango estava marcado para as 20h, resolvemos caminhar pela Recoleta. O bairro é muito bonito, com belas praças, edifícios e monumentos no estilo greco-romano. Depois descobrimos que a cidade inteira é assim. Passeamos no moderno shopping Recoleta Mall (Village), e o que mais chamou nossa atenção foi uma lanchonete com decoração no estilo retrô, em que uma das mesas fica dentro de um carro antigo.

Estávamos com fome e resolvemos experimentar as empanadas e medialunas da La Continental, perto do shopping. Notamos depois que cada restaurante faz as empanadas de um jeito diferente e como não há um padrão, vale a pena experimentar todas. Paramos em um kiosko para comprar adaptador de tomada para nossos carregadores de celular, e aproveitamos para comprar um alfajor de cada para provar: Cachafaz (para nós o melhor e mais caro), Arcor Bagley Blanco (excelente), La Recoleta, Milka e Jorgito (ambos muito bons). Os sabores e preços variam bastante, mas todos valeram a pena. Aqui vale um comentário sobre a água mineral vendida na maioria dos estabelecimentos de BsAs, que é muito ruim, super salgada (sabor água do mar, rs), por isso sempre comprávamos em mercados a água da Nestlé ou as que indicavam no rótulo “bajo contenido de sódio”.

Às 20h o transfer nos levou para o tão esperado Piazzola Tango. O show foi espetacular. Músicas emocionantes (por uma cabeza, el dia que me quieras), dançarinos excelentes executando passos precisos dos básicos aos acrobáticos (que tiravam nosso fôlego), e o casal de cantores era muito bom. Antes do show serviram o jantar, com entrada, sobremesa e vinho San Felipe à vontade. O atendimento foi muito bom. Tiramos uma foto profissional com os dançarinos, a qual era opcional comprar posteriormente e assim fizemos, pois ficou muito bonita. O local é belíssimo e ficamos numa localização bem VIP, com mesa reservada só para nós dois e fechada por cortinas vermelhas, na lateral do teatro, próximo ao palco. O show acabou depois da meia-noite e o transfer nos levou de volta ao hotel.

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16/out (sexta) – Cemitério, Bellas Artes, Floralis, Faculdade, MALBA, BA Design, El Sanjuanino, Cabaña Las Lilas
O hotel que estávamos fica em frente ao Cemitério da Recoleta, por onde resolvemos começar nosso dia. Como não estava no horário da visita guiada, compramos um mapa a 20 pesos na entrada para não nos perdermos lá dentro e acharmos o famoso túmulo da Evita Perón (o mapa ajudou em alguns momentos, mas acabamos nos perdendo…rs). Os túmulos eram bem variados e luxuosos, com estátuas de anjos, símbolos religiosos e esculturas dos que lá estão. Meio mórbido, mas são realmente bonitos, vale a pena o passeio. Nas noites seguintes, sempre víamos um rapaz tocando trompete na porta do cemitério em meio à escuridão. Ao lado do cemitério passamos rapidamente em frente à Iglesia Del Pilar. A igreja estava aberta, mas por dois dias consecutivos não conseguimos tirar fotos do interior, pois estavam em missa e neste momento não permitem fotos.

No mesmo local, fica a Plaza Francia, uma praça aconchegante, onde as pessoas ficam deitadas na grama, lendo, tocando instrumentos e muitas crianças fazendo piquenique (achamos uma graça o uniforme estilo Chiquititas…rs).

Andamos até o El Sanjuanino (a algumas quadras da praça), para comer as famosas empanadas de carne do restaurante. No caminho, passamos em frente ao luxuoso Hotel Alvear Palace (dizem ser o Copacabana Palace da Argentina), muito bonito. Enfim, as empanadas do El Sanjuanino estavam deliciosas, foram as melhores da viagem. Como pretendíamos jantar todas as noites nas melhores parrillas da cidade, para não enjoar resolvemos arriscar e pedir um frango de almoço (½ porção de pollo deshuesado) com purê de batata, mas nos arrependemos pois estava sem tempero, era melhor ter pedido mais empanadas. Gastamos 286 pesos mais a gorjeta. O garçom que nos atendeu não foi muito simpático, mas outro garçom brincou bastante com os turistas, fazendo piadas com os times brasileiros que ele conhecia bem, e como havia uma bandeira do Corinthians na parede, resolvi puxar assunto pois somos corintianos, e demos boas risadas.

Caminhamos até o grande Museu Bellas Artes e vimos obras de artistas famosos (Van Gogh, Monet, entre outros). Adoramos este museu, a exposição é bem variada, com esculturas, quadros e artefatos de todos os continentes. Atravessamos a ponte, e paramos na escadaria da Faculdade de Direito, uma arquitetura muito bonita, com pilares que lembram o estilo grego na entrada do prédio, onde se via muitos alunos relaxando ou estudando deitados na grama. Na praça que fica na lateral da faculdade, está a belíssima Floralis Generica, onde tiramos centenas de fotos em diferentes ângulos. Nos dias seguintes reparamos que a flor se fechava e abria com o passar do tempo, e à noite fica com uma iluminação lilás superbonita.

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Fomos andando até o MALBA, cada entrada custou 75 pesos. Respeitamos quem gosta do museu, mas confesso que nos decepcionamos muito ou depositamos muita expectativa, por ser muito elogiado. Talvez por não ser do nosso gosto o alto grau de abstração das obras, como por exemplo, um quadro amarelo com um “x” no meio intitulado “A ilustração da luz”. Quem gosta deste tipo de arte vai adorar. As partes que gostamos do museu foram os artefatos de civilizações antigas indígenas e pré-colombianas, a valiosa pintura Abaporu de Tarsila do Amaral, e também da réplica da ponta do Obelisco (do lado de fora do Malba), onde você entra e assiste filmagens da vista da cidade como se estivesse no topo do monumento. Voltamos à Plaza Francia, para visitar as lojas do shopping Buenos Aires Design, e tomamos um café no Starbucks.

Jantamos no Cabaña Las Lilas, em Puerto Madero. Reservamos no deck, com uma vista belíssima para o rio e para a Ponte de la Mujer. A provoleta, o chorizo (dividimos um para os dois), o vinho Alegoria Navarro Correas, e as panquecas de doce de leite estavam excelentes, apenas as papas fritas que não estavam tão boas. Foi o restaurante mais caro da viagem (e da nossa vida, rs), gastamos 1400 pesos mais a gorjeta. Após jantar, caminhamos por Puerto Madero de madrugada, tiramos belas fotos em frente à Puente de la Mujer, e passamos em frente à Casa Rosada, com iluminação noturna rosa, e em frente ao Centro Cultural Kirchner, com iluminação noturna azul, ambos muito bonitos, mas como a região estava pouco movimentada, resolvemos não arriscar e voltamos ao hotel.

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17/out (sábado) – Galerias, Casa Rosada, Puerto Madero, Café Tortoni, Feira da Recoleta, Don Julio
Pela manhã fomos às Galerias Pacifico, vislumbramos sua arquitetura e as belas pinturas no teto. Subimos ao andar de cima para visitar o Centro Cultural Borges, onde havia uma exposição de quadros. Saímos direto para a Calle Florida, onde a cada 30 segundos nos abordavam oferecendo câmbio e pacotes turísticos. Entramos em algumas lojas, inclusive na Falabella, mas não compramos nada, achamos que as lojas são semelhantes às do Brasil, inclusive no preço. Seguimos à Boston Cash, que ia fechar às 13h, na esperança de fazer um bom câmbio, mas como a cotação estava a 3,80 não trocamos.

Andamos em direção à Plaza de Mayo, passando em frente ao Cabildo e à Catedral Metropolitana. Visitamos o interior da Casa Rosada, na parte que pode ser feita sem guia, pois a fila para a visita guiada era bem grande. Na mesma calçada estava o interessante Museu Casa Rosada, que segue para baixo da Casa Rosada. As exposições são interessantes, conta a história da revolução de maio através de carruagens, quadros, armas, canhões, roupas. Foi possível até tirar fotos ao lado dos guardas uniformizados que ficam marchando pela Casa Rosada. Ficamos com vontade de ir ao novo museu do Centro Cultural Kirchner, mas não deu tempo.

Caminhamos por Puerto Madero, passamos pela Puente de la mujer e visitamos o barco museu Fragata Sarmiento, com ingresso simbólico de 5 pesos cada. As fotos da Puente de la Mujer ficaram mais bonitas tiradas de dentro da Fragata, na proa. Depois pegamos um táxi até o Teatro Opera, pois tínhamos que retirar os ingressos do dia seguinte para o show/espetáculo do Fuerza Bruta, que compramos por 220 pesos cada, pelo site ticketek.com ainda no Brasil. Seguimos ao Teatro Colón, mas antes das 16h eles já não tinham mais os ingressos para a visita guiada. Caminhamos até o gigantesco Obelisco, resolvemos ir ao requintado Café Tortoni, e após 20 minutos na fila vimos que valeu a pena esperar. Gastamos 465 pesos.

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Como não tínhamos almoçado pedimos sanduíches de lomo no prato. E depois deliciosos cafés suíços (licor, chocolate, chantilly), churros (que vêm sem doce de leite, então pedimos a parte). Depois corremos de táxi para pegar a Feira da Recoleta aberta. As barraquinhas começaram a fechar entre 18h30 e 19h30. Vale a pena para comprar lembrancinhas com preços mais baixos que nas lojas, artesanato ou acessórios de frio.

Jantamos no Don Julio, em Palermo, e o elegemos o melhor restaurante da viagem. O ambiente interno é superaconchegante e a decoração rústica. O atendimento é perfeito. Não fizemos reserva e com sorte esperamos apenas 10 minutos. Comemos dois bifes de chorizo ancho que estavam com o ponto perfeito, papas fritas do jeito que gostamos e vinho Riccitelli Malbec. Custo-benefício excelente, 900 pesos com a gorjeta. No final pude escrever na garrafa de vinho e eles a colocaram na estante à exposição como decoração do local.

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18/out (domingo) – San Telmo, Caminito, Estádio do Boca, El Ateneo, Fuerza Bruta, Hard Rock
Pela manhã fomos à Feira de San Telmo e ao Caminito, e por serem lugares muito recomendados, o que temos a dizer de ambos é que, sinceramente, esperávamos mais. A única coisa que gostamos foi de tirar fotos com a Mafalda em San Telmo e dos preços das lembrancinhas um pouco mais baixos de uma lojinha no Caminito. Esperávamos comer no restaurante francês Brasserie Petanque, mas ainda estava fechado, e acabamos almoçando empanadas na La Continental (a filial de San Telmo é mais gostosa que a da Recoleta). Depois do Caminito, seguimos a pé até o Estádio La Bambonera. Gostei muito do Museu do Boca Juniors e das arquibancadas, cada entrada custou 115 pesos.

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Pegamos um táxi até a Livraria El Ateneo. Ficamos maravilhados com a arquitetura e resplendor desta imensa livraria montada em um teatro. Valeu a pena tomar um mocaccino na cafeteria dentro da livraria, enquanto admirávamos a vista do local. Voltamos a pé ao hotel para nos preparar para o tão esperado espetáculo/show do Fuerza Bruta no Centro Cultural Recoleta. Uma das melhores dicas do blog Aires Buenos. Foi fenomenal, performances e acrobacias sensacionais, bastante interação com o público e agitação, acompanhados de efeitos especiais e trilha sonora de primeira. Indescritível, nunca vimos nada igual, show maravilhoso.

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Na saída do show, após tirarmos fotos junto aos integrantes do Fuerza Bruta, descemos a escadaria até o Hard Rock no shopping Buenos Aires Design. O ambiente é muito legal, repleto de guitarras e artefatos usados pelos grandes astros e decoração feita para os amantes do Rock, como nós. Comemos dois gigantes “Legendary Burger” com papas fritas perfeitas e no final pagamos com desconto de 15%, bastou apresentar os ingressos do Fuerza bruta. Custou 355 pesos. No Hard Rock valeu a pena pagar a conta em reais, pois a cotação era de 4 pesos.

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19/out (segunda) – Zoo Lujan, Museu Carlos Gardel, Shopping Abasto, Freddo, Munchis, La Cabrera Norte
Indicamos muito a maneira como fizemos o passeio ao Zoo Lujan. Fomos de carro particular, que nos pegou às 8h e às 9h30 já estávamos no zoológico. Sem fila, fomos praticamente os primeiros a entrar nas jaulas do leão, do tigre, dos filhotes de leão. Depois vimos uma multidão chegar nas vans e ônibus e fazer filas nestas jaulas. Continuamos o percurso, demos de comer para o urso, para o elefante, para as araras, lhamas, bodes, coelhos, equinos, e ficamos emocionados com nossos parentes chimpanzés caminhando sob duas pernas, fazendo poses, caretas, com sua anatomia e trejeitos tão semelhantes a nós.

Às 14h já estávamos no centro de Buenos Aires, almoçando no La Cazona. Comida ok. A cotação do real no restaurante estava a 4,2 pesos. Seguimos para o Teatro Colón e novamente não conseguimos entrar, pois já estava encerrada a visita guiada para o horário das 14h45, e decidimos então comprar ingressos antecipados para o dia seguinte às 10h.

Após todos os dias de muito sol (porém frio), começou a chover e por este motivo, ao invés de irmos aos Parques de Palermo, decidimos ir ao Abasto. Visitamos o Museu Carlos Gardel, na casa onde morou anos com sua mãe até a morte do cantor em um desastre de avião. Muito bem cuidado, o museu é simples, mas bem interessante. De lá seguimos pela Pasage Zelaya e pela Esquina Carlos Gardel, onde fica a estátua do El Morocho. Em frente fica o Shopping Abasto, grandioso e muito bonito, onde apreciamos sorvetes na famosíssima Freddo e compramos doce de leite na sorveteria Munchis.

Jantamos no La Cabrera Norte, não fizemos reserva e esperamos menos de 5 minutos. Internamente o ambiente é bem descolado. Optamos por chorizo e ojo de bife, vinho Killka malbec e papas fritas deliciosas, que aqui servem à moda rústica, grossas com casca. Os molhos são ótimos, bem variados: temperados, doces, apimentados. Nosso preferido em todas as parrillas de BsAs foi o chimichurri (compramos pacotinhos no mercado, para preparar em casa). Gastamos 975 pesos mais gorjeta.

20/out (terça) – Teatro Colón, Jardim Japonês, El Rosedal, Planetário, Malvon, Sottovoce
Começamos o dia às 10h no Teatro Colón. E o teatro foi uma das coisas mais grandiosas e perfeitas que já vimos, uma arquitetura maravilhosa, pilares, esculturas e vitrais belíssimos. Valeu a visita guiada pelas curiosas histórias do teatro.

Aproveitamos o dia ensolarado e seguimos de táxi até os Parques de Palermo. Foi um passeio muito romântico: caminhar no Jardim Japonês e no Rosedal. Ficamos maravilhados com as lindas e diversificadas paisagens do Jardim Japonês, tudo planejado para proporcionar uma integração com a natureza, suas pontes vermelhas, suas fontes, lagos, peixes, jardins, árvores gigantes e rochas perfeitamente encaixadas para compor a paisagem. O ingresso custou 50 pesos, e valeu muitíssimo a pena.

Almoçamos no Malvon e nos deliciamos com dois pratos Suprema Malvon, (frango à milanesa com presunto glaceado, creme, queijo, batata palha e salada) a 335 pesos mais gorjeta. O Malvon fica a apenas alguns metros do Museu Evita, mas devido à falta de tempo, preferimos ir direto ao El Rosedal.

O El Rosedal é um jardim esplendido. Logo na entrada um chafariz nos coloca em um caminho repleto de flores grandes e bem vivas, de vários tipos e cores, muito bem cuidadas. Paramos nos pilares e arcos brancos, no melhor estilo grego, perfeitos para belas fotos. Ao redor, admiramos os grandes lagos, onde há prática de pedalinho e dezenas de cisnes/patos interagindo com as pessoas. Em volta do parque há uma larga via por onde vimos muita gente andando de patins, skate, bicicleta e correndo ao ar livre. Atravessamos a rua e chegamos ao Planetário às 17h quando já estava fechado, uma pena, pois parece ser interessantíssimo pelo conteúdo científico, mas fica para a próxima.

Para finalizar com chave de ouro, assistimos ao pôr-do-sol na cobertura do hotel. Ao cair da noite pudemos contemplar a bela vista formada pela Floralis Generica e sua iluminação lilás belíssima, e pela Faculdade de Direito também muito bem iluminada.

Jantamos no Sottovoce (filial da Recoleta), especializado em massas. Fomos caminhando pois era pertinho do hotel. Pedimos uma porção e meia de Rotolo alla Bolognese (rondelles gratinados de queijo recheados com carne), vinho Altos del Plata cabernet sauvignon e de sobremesa um volcano de chocolate (petit gateau gigante). Gastamos 820 pesos mais gorjeta. Tudo muito saboroso e atendimento excelente.

21/out (quarta) – Free Shop Ezeiza, despedida
Começamos nossa despedida de BsAs com o checkout no hotel e pegamos o carro para o aeroporto Ezeiza (EZE) às 10h. Fechamos este transfer junto ao Eduardo (o mesmo que fez nosso pacote do Zoo Lujan).

Estávamos muito interessados no Free Shop do Ezeiza, pois pagar os produtos em pesos é muito mais vantajoso do que pagar em dólares, por utilizarem a cotação oficial do dólar. Porém, acabamos não comprando quase nada, pois o preço de perfumes, maquiagens, roupas, bebidas e chocolates estavam bem mais altos do que imaginávamos.

Comemos na lanchonete antes do portão de embarque e gastamos nossos últimos pesos. Nossa despedida de Buenos Aires foi no voo de 14h30, mas com certeza retornaremos para apreciar ainda mais esta cidade muy linda.

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Obrigada por compartilhar conosco suas dicas Kauê! Vocês conseguiram conhecer muitos lugares interessantes e restaurantes em seis dias de viagem. Ficamos muito felizes em saber que os guias aqui do blog te ajudaram a conhecer melhor a cidade!

Se você está planejando uma viagem pela capital portenha, vai gostar da nossa seção DICA DO LEITOR.

E não deixe de mandar para nós suas dicas de viagem para ajudar os futuros turistas brasileiros em passeio por Buenos Aires! É só escrever para airesbuenosblog@gmail.com e junto enviar algumas fotos.

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14 comentários

  1. Suellen Lacarte

    Na próxima sexta (18/12) estarei indo para BsAs, também ficarei 6 dias e estou indo sozinha. Gostaria de saber se a cidade é tranquila para uma mulher que está viajando sozinha. Claro, que todo cuidado é pouco, mas ao anoitecer eu terei que me preoucupar em voltar correndo para o hotel? Ficarei hospedada na Calle Florida.

    • Túlio Bragança

      Suellen, a cidade é bem mais tranquila que qualquer cidade grande brasileira. A gente sempre recomenda atenção, mas nada além. Brasileiro já nasce desconfiado! hehe boa viagem

    • Heloiza

      Oi Izabela ! Desculpe só vi agora. Conforme vc pediu,o contato do Eduardo +54 9 11 2319-0022 .

  2. Kauê Leonardo

    Viagem sensacional. Recomendamos a todos os casais que querem curtir um clima romântico nos jardins e restaurantes, com ótimos passeios, cidade belíssima, atrações ao ar livre, museus, cultura, teatro, arte, espetáculos, shows… Inesquecível!

  3. J. Ju

    Olá, sou do Vitória do E.S. Estou indo para Buenos Aires neste mês, você acha que é mais vantajoso trocar reais por dólares para levar, ou levar Reais e trocar por pesos argentinos la mesmo?

  4. Mary

    Pessoal, sabem quanto é q o rapaz q fez transporte p vcs p aeroporto cobrou? Ou tb qto vc pagaram de taxi do Eze p hotel? E se esses táxis do aero tem aqueles ore pagos, q vc paga antes de sair? Pergunto isso tudo pq minha ideia será levar c credito e algum dinheiro p trocar no banco do centro da cidade. Tipo como se eu estivesse aqui no Brasil mesmo, tenho costume de usar do cartão, então gostaria de fazer dessa forma. Sabem dizer se A maioria dos lugares de passeios, restaurantes aceitam c credito? Obrigada

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