Use o Aires Buenos para planejar sua viagem – Dica do leitor

E quando a Dica do leitor é maravilhosa para o ego do Aires Buenos Blog? O Vinícius viajou pela capital argentina junto a esposa e tirou tudo que queria para seu roteiro e muito mais aqui no blog. Por isso podemos dizer: use o Aires Buenos para planejar sua viagem, você não vai se arrepender!

Se ainda não quiser nenhuma dor de cabeça na elaboração do seu roteiro, nós te ajudamos ainda mais! É só usar o Guia Básico: 4 dias em Buenos Aires, que tem tudo pronto para a sua viagem, com os principais pontos turísticos e os melhores restaurantes! Mas se você quer conhecer lugares menos tradicionais da cidade, o melhor mesmo é o Guia Lado B dos pontos turísticos de Buenos Aires. Com esse roteiro você vai conhecer um outro lado de Buenos Aires!

Use o Aires Buenos para planejar sua viagem – Dica do leitor

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Após muitos acessos ao Aires Buenos Blog para programarmos nossa viagem, hoje viemos aqui para compartilhar nossa experiência na capital argentina. Como achamos a seção Dica do leitor muito útil no nosso planejamento, estamos aqui para relatar nossa viagem. Esperamos que possa ser útil para quem está programando sua viagem a Buenos Aires.

Tudo começou com o planejamento da viagem. Estávamos pegando várias dicas de amigos que já haviam viajado e de alguns sites aleatórios, até que, por acaso, descobrimos o Aires Buenos Blog. E sem demagogia, não há necessidade de consultar outras fontes para realizar seu planejamento. Aqui tem de tudo.
Começamos na decisão pelo hotel e companhia aérea.

Após pesquisar sobre hotéis no Centro e não empolgarmos com nenhum, bastou um post sobre o Querido Hotel e pronto: nosso hotel estava definido. Chegando lá, vimos que o Querido é realmente muito bom, você se sente em casa, tem um café da manhã maravilhoso e funcionários atenciosos. Recomendamos demais! Quanto à companhia aérea, acabamos optando pela Aerolíneas por uma facilidade: era a única que tinha voo direto de BH para Bsas no dia que queríamos e no horário mais próximo do que planejávamos. Nosso voo mudou de horário 7 vezes desde a compra até a viagem, mas sempre nos avisaram por e-mail e tudo correu muito bem.

Quanto ao planejamento relativo aos passeios, usamos a seguinte tática: separamos por bairros, listamos quais queríamos ir e em quais dias e a partir de então passamos a pesquisar tudo sobre aqueles bairros (outro ponto positivo do Aires Buenos, tem tudo separadinho por bairro: o que fazer, opções de entretenimento, restaurantes, etc, etc, etc).

Vamos ao que realmente foi executado:

1º dia – Quarta-feira (14/10):
Eu e minha esposa chegamos ao Aeroparque por volta de 13h30. Havíamos solicitado transfer no Querido Hotel e uns 5 minutos após nossa chegada o motorista estava lá. Muito atencioso e com a vantagem de já termos um valor fechado, o que evitaria os perigos listados pelo blog quanto a táxis no aeroporto. Em poucos minutos estávamos no hotel, onde fomos recepcionados pela Mariana, a proprietária do Querido. Como estávamos com fome, só deixamos a mala no quarto e saímos para almoçar. Havia um La Cabrera Express quase do lado do hotel e fomos pra lá. Lembramos de outra dica do blog e procuramos pelo Menu del dia e fomos muito felizes: entrada, salada, chorizo com papas fritas e refrigerante por $180. Achei muito em conta e a comida era muito boa.

Voltamos ao hotel, onde sentamos na recepção com a Mariana, que nos deu um mapa da cidade e uma boa aula sobre o bairro, a cidade, o que fazer, onde não deixar de ir, o que era furada etc. Atendimento muito personalizado e atencioso. Ela também nos emprestou adaptadores de tomada, pois as tomadas de lá são diferentes das encontradas no Brasil (não só a tensão, mas o modelo também). Também aproveitamos para fazer o câmbio por lá, já que a cotação estava boa (não tanto quanto em outros lugares no Centro, mas estava próximo).

Depois disso fomos dar uma volta no bairro para começarmos a conhecer e nos ambientar. Passamos pelos outlets, e como também antecipado pelo Aires Buenos Blog, nada valia a pena financeiramente. Passando por um kiosco compramos o cartão Sube por 30 pesos, já que iríamos andar muito de metrô e ônibus. Outra compra que fizemos por ali foram dois chips da Claro com internet, por 15 pesos cada. Apesar de termos tido orientação que a oferta de wi-fi na cidade é muito grande (e realmente é verdade), achei que essa compra foi muito útil, já que por uma mixaria, tínhamos 3G com uma boa franquia (4 pesos/dia por 50Mb diários de franquia). Como estávamos cansados, comemos uma empanada numa pizzaria qualquer e voltamos pro hotel para dormirmos cedo naquele dia.

2º Dia – Quinta-Feira (15/10):
Saímos a pé do Querido em direção a Palermo. Passamos por algumas plazas, todas muito bonitas, e também pelo Zôo, mas não entramos nesse. Paramos no Rosedal, que é muito bem cuidado e fomos até o Planetário, mas o acesso não estava permitido naquele dia. Logo em seguida, fomos até o Jardim Japonês, que também é muito bonito e vale o ingresso de 50 pesos. Como a manhã já havia acabado e a fome já batia, fomos andando até o Museo Evita para almoçarmos. O restaurante é muito bonito e aconchegante, mas não foi das comidas que mais gostamos na nossa estadia por lá (não que seja ruim, só não está nas preferidas mesmo). De sobremesa, lembramos do post sobre 5 sorveterias melhores que a Freddo e corremos pro Jauja. E que sorvete! Sensacional.

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À tarde fomos até o MALBA, Museu de Arte Decorativo, passamos pelo Automóvel Club, Floralis Genérica e Faculdade de Direito. Dali, fomos para o shopping Buenos Aires Design, onde passamos pelo Hard Rock. Porém eu estava passando mal e não aproveitamos muito por ali. Voltaríamos no dia seguinte, pois haviam ficado alguns pontos para trás. Como não estava me sentindo bem, voltamos de táxi mesmo.

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3º Dia – Sexta-Feira (16/10):
No caminho do hotel para o metrô tive que comprar um cachecol, já que eu, calorento que sou, apostei que não sentiria tanto frio. Perdi. Hehe

Fomos de metrô até o Centro e de lá pegamos um táxi para La Boca. Estávamos receosos de ir de ônibus, diante de tantos relatos de problemas por lá, mas agora indico sem sustos para quem tiver indo: pegue o ônibus, economize e seja feliz.

Demos uma volta pelo Caminito, que não nos agradou tanto, pelo tanto de gente te parando na rua tentando te vender uma foto, uma pose, uma lembrancinha etc. Ficamos pouco por ali e fomos para La Bombonera. Eu, como amante de futebol, achei fenomenal. Fomos ao vestiário, ao gramado, tiramos foto com a taça Libertadores e fomos na arquibancada. Infelizmente, em função do horário, não conseguimos pegar a visita guiada ao Museu. Fica para uma próxima. Como havíamos comido muito no café da manhã do hotel (aliás, que saudade daquelas medialunas) comemos um pão com linguiça ali nos arredores mesmo. Voltamos para o Centro de ônibus.

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Descemos do ônibus em San Telmo, já que minha esposa queria muito tirar foto com a Mafalda e imaginamos que no domingo (dia que havíamos programado a visita à Feira de San Telmo) teria uma fila absurda. Realmente estava vazio e pudemos tirar fotos sossegados. Dali, fomos a pé para a Livraria El Ateneo, Cemitério Recoleta e Museu Nacional de Bellas Artes, completando o passeio que seria do dia anterior.

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Cemitério Recoleta era um dos pontos que não fazíamos questão, mas foi muito divertido. Chegando lá, vimos que na entrada havia um mapa indicando onde ficavam as tumbas. Sendo assim, acessei pelo celular o post sobre as 5 histórias surreais do cemitério e começamos a anotar as coordenadas para achar os 5 personagens do post. Enquanto procurávamos, uma mulher se aproximou e sem querer vimos a tela do celular dela: ela também estava com o post aberto e procurando as mesmas pessoas. Lá dentro virou uma caça ao tesouro, e completamos a missão achando as tumbas… Hahaha! Destaque para o casal Salvador María del Carril e Tiburcia. A história é sensacional.

Como estávamos ali por perto, compramos ingresso pro Fuerza Bruta, e como ficaria corrido para irmos ao hotel e voltarmos para o show a noite, ficamos por ali, no Hard Rock Café, Plaza Francia etc. Quando deu a hora fomos até o Fuerza Bruta e ficamos encantados. É surreal! Uma experiência única que não deve ser desperdiçada por quem estiver em Buenos Aires. Como estava tarde, voltamos de táxi mais uma vez.

4º Dia – Sábado (17/10):
Fomos novamente de metrô para o Centro. E naquele dia o destino era o Centro mesmo. Passamos pelo Obelisco, Teatro Cólon e Galerias Pacifico. Aproveitamos para procurar o Cambio Justo (também por indicação do Aires Buenos) para trocar o restante do nosso dinheiro. Por lá também fechamos o passeio até Luján para a segunda-feira. Continuamos a pé até a Plaza San Martin, que é, na nossa opinião, a praça mais bonita da cidade. Fizemos uma hora por ali e descemos para a Torre de los Ingleses. Em meio a restaurantes muito cheios, acabamos parando num bar, o El Obelisco para almoçar, e para nossa surpresa, a milanesa era bem honesta e num preço razoável. Voltamos até a Catedral Metropolitana, Cabildo, e fizemos a visita guiada pela Casa Rosada, algo que recomendo demais. No fim da tarde, fomos ao tradicional Café Tortoni, onde tomamos chocolate quente e comemos os famosos churros. Não dá pra dizer que fomos surpreendidos, pois o blog também já havia dito que os churros eram bem diferentes do que nós, brasileiros, estamos acostumados. Fato é que não gostamos.. Em compensação, pedimos medialunas e estavam muito boas. Aliás, nos identificamos muito com a Fernanda quanto a essa iguaria…

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Aproveitamos que estávamos ali e compramos entradas para o Tango do dia seguinte. O espetáculo de tango foi algo que não conseguimos definir previamente onde iríamos. Conhecendo nossos gostos, imaginávamos que não ficaríamos muito fãs do programa, então acabamos optando em não investir muito nisso, e pegamos no Café Tortoni mesmo, que era um dos mais em conta dentre os indicados.
Saímos dali, passamos pelo Congresso Nacional e voltamos para o hotel de metrô. Naquele dia estávamos mortos de tanto andar.

5º Dia – Domingo (18/10):
Metrô para o Centro e depois uma conexão até San Juan. De lá, caminhamos um pouco até a Feira de San Telmo. Estava bem cheia, mas conseguimos andar numa boa e comprar algumas lembrancinhas. Ainda bem que adiantamos a tal foto com a Mafalda, pois a fila estava imeeeensa. Almoçamos, por indicação da Mariana, no Desnível. Foi a comida que menos gostamos em toda a viagem. Descemos a pé para Puerto Madero. O visual é realmente maravilhoso. Paramos na Fragata Sarmiento, passamos pela Puente de la Mujer e fomos parar no Casino. Lá perdemos uns poucos pesos, mas foi divertido. Como tínhamos horário para voltar para o tango, pegamos um táxi até a estação de metrô e de lá fomos pelo aconchegante subte até o hotel. Só tomamos café num Starbucks do caminho.

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À noite voltamos de metrô até o Centro para acompanharmos o tango. Como prevíamos, não gostamos. Hehehe. Mas pelo menos o jantar e a sobremesa valeram a pena. Metrô de volta pro hotel.

6º Dia – Segunda-Feira (19/10):
Até aqui estávamos nos sentindo super em casa no Querido e na Villa Crespo. Falávamos que iríamos indicar o hotel sem ressalva alguma para qualquer conhecido que fosse viajar para Buenos Aires. Continuamos indicando o Querido, mas neste dia surgiu uma ressalva (não do hotel, mas pela distância).
Havíamos comprado o passeio para Luján, para irmos até o famoso zoológico daquela cidade. Como Villa Crespo é um pouco afastada do Centro, a van não passava por lá e teríamos que ir até um hotel do Centro para nos juntarmos ao restante da turma. Até aí, problema algum. O horário marcado era às 9h. Como já havíamos feito o percurso de metrô algumas vezes, sabíamos que o maior tempo que havíamos gastado entre: deslocamento a pé até a estação, espera pelo metrô e o deslocamento propriamente dito do metrô foi de 25 minutos. Como não gosto de andar em cima da hora, saímos do hotel às 8:10. Tudo tranquilo, chegaríamos com, no mínimo, 20 minutos de antecedência.

Saindo do hotel, reparamos que naquele dia o trânsito estava pesado. Em nenhum outro dia foi assim, mas seguimos nosso percurso normal, afinal trânsito pesado é realidade de qualquer grande cidade né?

Chegando ao metrô entendemos o porquê do trânsito: este estava com os serviços interrompidos. Dei uma passada rápida no Twitter e verifiquei que estava havendo uma manifestação e só a nossa linha, a B, estava parada. Aí bateu o desespero: não achávamos táxis livres, começamos a correr e vimos que a pé não daria. Achamos um táxi numa rua que cortava a Av. Corrientes. Entramos no táxi e indicamos onde ficaríamos. Como ainda faltava meia hora, fiquei tranquilo. Só que o táxi não andava em meio àquele engarrafamento, o taxista estava nervoso e resmungava algo que meu portunhol não permitia decifrar. Em um certo momento expliquei a ele que iríamos descer e correr, ele pediu desculpas por não conseguir chegar e dali corremos uns 8 quarteirões até o hotel que era nosso ponto de encontro. No meio do caminho, minha esposa cansou e não aguentava mais correr, continuei pra tentar segurar a van, pois já eram 9h. Quando cheguei ao hotel, a guia já estava desistindo de nos esperar, mas deu tudo certo… Ufa!

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Quanto ao Zoológico, não vou entrar no mérito dos prós e contras do mesmo, coisa que o blog já fez em um post específico. Eu e minha esposa gostamos demais da experiência de entrar na jaula dos leões e tigres, dar comida ao tigre branco, ao urso e ao elefante, tirar foto com araras etc. Como a visita até a Basílica de Nossa Senhora de Luján estava marcada para as 14h, comemos um sanduíche mesmo no zoológico e partimos para lá. A Basílica é muito bonita e vale muito a visita.

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À noite fomos até o Burger Joint, que é perto do hotel. Obviamente não comemos os demais hambúrgueres de Buenos Aires, mas achamos merecidíssimo o título de melhor hambúrguer da cidade dado pelo blog ao Burger Joint. Lá comemos uma maionese com “cilantro”, que só depois vim a descobrir que significa coentro, que era sensacional!

7º Dia – Terça Feira (20/10)
Como contamos no início do texto, os horários de nossos voos, tanto na ida quanto na volta mudaram bastante. E com a última das mudanças, ganhamos esse dia, já que nosso retorno, inicialmente marcado para este dia às 18h30 passou para o dia seguinte as 6h da manhã. Como estávamos muito cansados, nesse dia optamos por acordar um pouco mais tarde e enrolamos no café da manhã até tarde, para despedir em grande estilo.

Passeamos pelo bairro, passamos para comprar outras lembrancinhas e fomos a outras lojas de outlet. Novamente sem sucesso nas compras.

Almoçamos no Parrilla Al Carbon, e, assim como disse a respeito do Burger Joint, o título de melhor bife de chorizo da cidade também está em ótimas mãos. Comida sensacional e por um preço super honesto.

Depois disso pegamos um ônibus até a Plaza Italia e de lá um metrô até o Congresso de Tucuman, onde tomamos sorvete numa Freddo e caminhamos até o Monumental de Nuñes. Fizemos a visita ao museu do clube, mas para minha tristeza a visita ao campo estava indisponível, pois o River treinava no local visando o jogo contra a Chapecoense, no dia seguinte.

À noite, comemos no Kon Kon, que é ao lado do hotel. Hamburger feito à lenha e muito gostoso também.
De madrugada fomos ao aeroporto, novamente com o transfer do Querido Hotel e ali terminou nossa magnífica viagem à capital argentina.

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Poxa Vinícuis, ficamos muito contentes com a sua viagem e com a ajuda que te oferecemos, que, pelo jeito que você escreveu, foi bem útil. Esse é o intuito do blog, reunir as melhores dicas e informações em um só lugar para facilitar a vida do brasileiro durante o passeio!

Se você, assim como o Vinícius, está usando o blog para montar o seu roteiro de viagem, veja mais na nossa seção DICA DO LEITOR.

E não deixe de compartilhar um pouco da sua experiência de viagem! Escreva para airesbuenosblog@gmail.com e mande junto algumas fotos que em breve faremos um post com a sua dica!

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