Minha vida sem carro em Buenos Aires

Uma das grandes diferenças da minha vida aqui em Buenos Aires para a que meus amigos levam nas grandes cidades Brasil, além da inflação galopante argentina e a dificuldade de economizar, é que não tenho carro.cropped-111966180_4a2444991c_b1.jpg

Só que mais do que não ter carro, o que é diferente mesmo é o fato de não precisar ter um. Não tenho e não planejo ter um carro a curto, médio-prazo e a maioria dos meus amigos e colegas de trabalho pensam a mesma coisa. Aqui é possível viver tranquilamente e fazer tudo que você quer fazer sem a necessidade de ter um automóvel.

Ajuda o fato de Buenos Aires ter uma população menor do que São Paulo e Rio e ser também uma cidade de menor extensão territorial, mas mesmo assim, o que é diferente aqui é como o transporte público é pensado.

É óbvio que ele muitas vezes é sucateado e muitos ônibus atrasam sempre, mas comparado com Rio e SP, há uma diferença monstro. O Metrô, mesmo sendo velho e fedido, cobre boa parte da cidade e me leva pra quase todos os lugares que preciso. Bom frisar que escrevo isso como classe média, que vive num bairro bom, não muito longe dos centros comerciais e financeiros da cidade.

Quando quero comer meu sushi preferido, vou de metrô, quando quero ir num Bar, posso ir a pé, quando quero ver um jogo na Bombonera, que é lado do outro lado da cidade, pego o busão de número 29 e chego lá depois de um trajeto de uma hora. Quando pegava o subte antes para ir para trabalhar (hoje tenho a sorte de morar perto do meu escritório) encontrava todo tipo de gente: estudantes, senhoras ricas da Recoleta carregadas no laquê, coxinhas argentinos, engravatados que trabalhavam no centro financeiro e pedintes. Ninguém se sente menor ou pobre por ter que usar o metrô.

É completamente possível viver sem carro e em pouquíssimas ocasiões ele faz falta. Nos dias que penso que seria legal dar uma escapada pra algum campo ou cidadezinha do interior ou nas noites que visito amigos que moram longe e a espera pelo busão é maior, talvez ele faça mais falta. Quem sabe se tivesse uma família com filhos pra criar aí sim ele seria necessário, mas no momento “no, gracias”.

Com menos portenhos motorizados, são menos carros nas ruas e os congestionamentos são muito menores. Eles existem, mas não são nada comparados aos das marginais paulistanas. Exemplo: Outro dia mesmo minha namorada foi para o aeroporto de táxi, em plena hora do rush, e levou 1h30 para percorrer os 35km que separam a capital de Ezeiza. Isso aqui é considerado muito, quase um absurdo!

No prédio onde trabalho, onde trabalham cerca de 300 pessoas, já não cabem mais tanta bicicleta das pessoas. São 30 empregados por dia mais ou menos que vem trabalhar de bicicleta. Na outra empresa que eu trabalhava, era a mesma coisa. A população abraçou as bicicletas, mas porque a cidade se esforçou para isso. As ciclovias existem em pontos importantes da cidade e são realmente úteis. Você pedala sabendo que não vai ser atropelado por um carro.

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Ao não ter carro sobra dinheiro para você fazer outras coisas. Você não paga a prestação do carrinho, o seguro, o IPVA e estacionamento. É mais dinheiro para aproveitar a vida, ir em shows, comer fora, viajar para o exterior ou simplesmente comprar bobagem. Não coloco economizar como opção de uso do dinheiro porque na Argentina isso está bem difícil no momento.

Falta muito para a cidade de Buenos Aires ter um transporte digno, mas sinto que ela está no caminho. Aqui os problemas são diferentes nesse quesito. Nem falar então a conexão da cidade com a periferia, com trens horríveis e caindo aos pedaços que resultam em acidentes com vários mortos todos os anos. Mas enfim, a mensagem é que dá para viver sem carro. É possível.

Vrindavan: comida indiana em Palermo

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Gosto muito de comida indiana, mas infelizmente achar um bom restaurante desse tipo de cozinha não é tarefa fácil. Já tinha experimentado o Mash de San Telmo, que ganhou post aqui no blog, mas agora conheci uma outra opção.

O Vrindavan fica em Palermo Hollywood, bem pertinho de onde moro e trabalho. O restaurante antes ficava no centro, mas mudou de endereço há menos de um ano e parece que é um sucesso. Sua fachada simples e meio tosca engana, já que pela noite está sempre bem movimentado.

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O ambiente é pequeno, mas muito aconchegante. Existe toda uma decoração indiana para todo mundo já ir entrando no clima. Rola uma trilha sonora bem discreta no fundo com músicas da Índia. Uma TV perto da barra de bebidas passa uns sucessos de Bollywood.

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Quando não sei exatamente o que pedir, acabo sempre apelando para um prato que mostre tudo. O Vrindavan tem algo chamado “degustação” que é para duas pessoas e vale 260 pesos (preços de maio de 2013). São 4 tipos diferentes de curry, aquele pãozinho tradicional deles quentinho e arroz. Tudo muito correto e delicioso. Só podiam estar um pouquinho mais picantes!

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Para beber, aproveitei que eles ofereciam uma cerveja artesanal chamada Katmandu. Escolha acertadíssima! Não conhecia, mas ela é ótima. Perfeito para quem está de saco cheio de Quilmes.

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Um detalhe que não pode passar despercebido é que o Vrindavan aceita vários tipos de cartão de desconto. Club La Nación, Clarín 365 e cupons do Guia Óleo, que você pode imprimir e levar pra lá. Dependendo do dia tem desconto de 20%, 30% e até 40%.

Vrindavan
Humboldt 1721 – Palermo Hollywood
Aceita todos cartões de crédito
Fone: 4899-2429

http://www.restovrindavan.com/

Test drive de hotel: Querido Hotel

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

O Querido Hotel já vem sendo parceiro do Aires Buenos faz tempo, sempre recebendo ótimos comentários dos leitores e hóspedes. Recentemente a Mariana, dona do hotel junto com seu marido Ali, me convidou para fazer um test-drive do lugar. Achei a ideia sensacional. Moro faz tempo tempo em Buenos Aires mas nunca tinha me hospedado aqui.

Enfim, há alguns dias lá fomos Paulíssima e eu conhecer o Querido Hotel, um dos hotéis mais bem cotados da cidade no Trip Advisor.

Chegamos numa sexta-feira, cansados de uma semana de muito estudo e trabalho. Logo fomos nos acomodando e conhecendo os detalhes do hotel.

Hotel Querido, Buenos Aires

Pátio do Hotel Querido, Buenos Aires

Fomos recebidos com espumante e um quarto super aconchegante. Além de super confortável, o lugar é lindíssimo, mostrando claramente a preocupação dos donos do hotel com os detalhes.

Querido Hotel

Querido Hotel

Como a Mariana sabia que ultimamente estou tendo problemas de barulho na minha vizinhança em Palermo, ela me reservou um quarto que dá para os fundos, exatamente para o lindo pátio do hotel. De noite foi uma tranquilidade só.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

Depois que a namorada de um amigo deixou de se hospedar em um hotel em Nova York por causa das fotos do banheiro dele, fiz questão de tirar umas fotos também desse lugar.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

Os quartos possuem TV a cabo, calefação, conexão wireless e muito, mas muito conforto mesmo.

Deixamos todo o aconchego do Querido Hotel pela noite para conhecer um dos bares da região. A Villa Crespo, o bairro onde o hotel está, é o meu lugar preferido para comer bem em Buenos Aires. Lá estão lugares como Malvón, Café Crespín, Sarkis, Melão, Parrilla Al Carbón e Salgado Alimentos. Aqui uma listinha dos 10 melhores lugares do bairro. Um dos poucos lugares que não conhecia era o Esperanza de los Ascurra, um bar de tapas espanholas super movimentado e com comida sensacional. Confesso que eu não estava muito com humor de bar cheio e lotado, com um monte de gente falando alto, mas quando chegou a comida tudo mudou. Vários pratinhos pequenininhos e muito saborosos.

Depois, de volta ao hotel, nada mais restava do que desabar no quarto 77 do Querido.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

No dia seguinte tivemos um dos melhores momentos da nossa estadia. O café da manhã, incluso na diária, foi uma ótima surpresa. A começar pelo lindo lugar de refeições, todo colorido e caprichado, e também por toda a comida.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

Vários tipos de media lunas, café, leite, suco natural de laranja, pãozinho na chapa e mucho dulce de leche! Tudo à vontade para começar o dia da melhor maneira.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

Com dolor no corazón, chegou a hora de sair do Querido no sábado. Andamos 3 quadras e logo pegamos o metrô da linha B, a vermelha, em direção ao centro.

Hotel Querido, Buenos Aires

Hotel Querido, Buenos Aires

O resultado da minha primeira hospedagem num hotel em Buenos Aires não podia ser melhor. Um hotel lindíssimo, com donos e staff atenciosos, um café da manhã sensacional e num bairro cheio de coisa para fazer. Ah, sem dizer que a Mariana é brasileiríssima e faz o atendimento todo em português. Se você precisar de dicas, ela e seu staff vão passar todo um roteiro na cidade baseado nos seus gostos. Ou seja, você ainda leva uma ótima guia de lambuja!

Curtiu? Aproveite e visite agora mesmo o site do Querido Hotel:

http://www.queridobuenosaires.com/pt-br/

Todas as fotos do post por Paulíssima.

4 lugares para tomar cervejas especiais em Buenos Aires

Seguindo a onda o Beer Day, esse festival cervejeiro de Buenos Aires, fomos atrás de boas opções para quem quer tomar cervejas especiais na cidade.

Geralmente nos bares você encontra fácil muita Quilmes, Heineken, Warsteiner e Isenbeck, que são bastante boas. Porém se você é um sommelier de cerveja e está procurando sabores únicos em Buenos Aires, aqui uma lista de opções.

1. Cervecería Antares – Armenia 1447, Palermo

É o ponto mais tradicional e conhecido da cidade quando o assunto é cerveja. São vários rótulos, a maioria da própria marca que tem sua fábrica em Mar del Plata. O lugar é lindíssimo e a comida também é muito boa, porém o precinho é um pouco salgado. Para beber, recomendo pedir uma porção com vários copinhos com sabores diferentes. É a maneira mais prática e econômica de conhecer as diferentes cervejas Antares. Vá cedo e aproveite o 2×1 em cervejas das 19h às 20h.

Site: http://www.cervezaantares.com/

2. Cruzat Beer House – Sarmiento 1617, Centro

Dentro do complexo de teatros e restaurantes Paseo La Plaza está o Cruzat. É perfeito para quem está hospedado, já que ele bem pertinho do Obelisco. No site você pode dar uma olhada nos diferentes tipos de cerveja. Algo diferente do Cruzat é o seu telão, onde eles sempre estão passando algum documentário ou filme relacionado ao futebol. O endereço oficial é Sarmiento 1617, mas você também pode usar a outra entrada que fica na Av. Corrientes 1660.

Site: http://www.cruzatba.com/

3. Breoghan – Bolívar 860, San Telmo

Quem deu a dica desse lugar é o Gustavo do Ali em Buenos Aires. Misto de bar e cervejaria, o Breoghan já é um clássico de San Telmo. Lá você consegue tomar uma cerveja e ainda ver onde ela é fabricada. As recomendadas são a Flequillo Brown Ale e a IPA Americana.

4. Cervelar – Viamonte 336, Centro

Outra boa pedida para quem está no centro, a Cervelar é um misto de loja e pub. No total são 120 rótulos, sendo 40 deles artesanais Hechos en Argentina. O sucesso da Cervelar do centro foi tão grande que recentemente eles abriram uma filial em Belgrano, na Av. Elcano 3385. É um ótimo local para provar várias variedades argentinas como Barba Roja, El Buho, Berlina e Grossa.

Site: http://www.cervelar.com.ar/

Beer day – primeiro festival de cervejas especiais de Buenos Aires

Olha só que beleza! No dia 26 de maio lá no Buenos Aires Design, na Recoleta, vai rolar um mega evento de cerveja em Buenos Aires. Uma ótima oportunidade para provar dos vários tipos de buenas cervecitas!

Segue embaixo o release completo do evento que não vou perder. Afinal não só de Quilmes vive o porteño!

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Dia 26 de maio Buenos Aires recebe o Beer Day Festival, um evento cervejeiro de degustação e difusão de conhecimentos, focado nas cervejas especiais. A iniciativa foi pensada por cervejeiros para compartilhar com os consumidores os distintos sabores, aromas, texturas e cores desta bebida milenar.

O Festival reunirá 20 cervejarias em um só lugar – o Buenos Aires Design Center – com degustação de de mais de 50 estilos da bebida, além de palestras sobre harmonização, análise sensorial de cervejas, história e mercado.

Durante todo o dia, os visitantes também poderão provar pratos elaborados especialmente para serem saboreados com as diferentes cervejas. Tudo ao som de Djs e shows ao vivo. Entre os convidados estão o grupo The Soul Man, banda tributo a los Blues Brothers.

COMO FUNCIONA: A entrada custa 100 pesos e inclui cinco degustações de diferentes estilos de cervejas especiais (entre elas Honey, Bitter, Scotch, Porter e Imperial), além de acesso a todas as palestras. O evento começa às 14h do domingo e segue até a uma da manhã.

Entre os palestrantes estão o sommelier de cervejas Gustavo Renha (Brasil), que falará sobre Evolução dos Mercados Regionais e o argentino Lucas Lico, especialista em degustação de cervejas e juiz profissional desde 2008, com o tema Degustação de Cervejas, aprendendo a apreciar.

Renha destaca que há quatro grandes referências cervejeiras no mundo: Alemanha, Bélgica, Inglaterra e Estados Unidos. “Mesmo assim, outros países estão com muito destaque no cenário das artesanais, como Itália, Brasil, e Argentina”, diz, acrescentando que não se trata de abandonar a famosa e tradicional “loira gelada” que todo mundo conhece, mas mostrar para os consumidores que existem outras opções, outros sabores.

Os principais patrocinadores do Beer Day são a associação Somos Cerveceros, a microcervejaria argentina Grunge Brewing Company, Craft Beer (a primeira distribuidora de cerveja artesanal na Argentina), DeliBeer (empresa brasileira de eventos cervejeiros), Centro de Cata de Cerveza e a South Beer Cup.

MERCADO: Atualmente a Argentina tem cerca de 200 cervejarias que trabalham para entregar aos consumidores um produto de alta gama. A proposta é aproximá-los de novos sabores, por meio de cervejas elaboradas com a paixão de seus próprios donos, principalmente cervejeiros artesanais.

Hoje, somente 0,2% da cerveja consumida no país provém das microcervejarias independentes. Nos Estados Unidos, por exemplo, este percentual chega a 7%, o que indica um mercado com alto potencial de crescimento.

A Argentina ocupa o posto 60 entre os países consumidores de cerveja do mundo. De acordo com a Cámara Argentina de Industriales Cerveceros, a média de consumo no País é de 45 litros de cerveja por habitante por ano. O primeiro posto fica com a República Checa, com 160 litros por habitante. A produção anual de cerveja na Argentina é de 18,6 milhões de litros.

VENDA DE ENTRADAS:
Nos bares que apóiam o evento (em breve, toda a lista no site beerday.com.ar)
Por telefone: 4381.7972 / 4382.4782
Online: www.beerdayfestivaldecervezas.tiendanube.com
Facebook: www.facebook.com/BeerDay.Festival
IMPORTANTE: As entradas serão vendidas somente de forma antecipada. Não haverá venda na porta.

7 dicas básicas para os turistas de primeira viagem em Buenos Aires

Buenos Aires é linda e pode ser ainda mais bonita para o turista informado. Aqui 7 dicas básicas para não f*derem você nessa cidade.

1. Fique ligado!
Você está de férias mas não desligue seu radar. Fique de olho aberto das ruas, principalmente no Microcentro. Buenos Aires é uma cidade relativamente segura, se compararmos com as grandes capitais brasileiras, mas tente prestar atenção. A maioria dos roubos de turistas aqui é por malandragem. Trombadinhas que percebem sua desatenção e roubam bolsas, carteiras e celulares. Quando você viu o cara já está longe!

2. Táxis
Pegue sempre os carros de companhias conhecidas. Evite táxis particulares e, se possível opte sempre pelo rádio táxi. Se não não der para ligar, pegue um na rua que tenha essas luminárias em cima. São máis confiáveis, de companhias conhecidas e tem um número que você pode anotar caso dê algum problema. Evite pagar com notas de 100 pesos.

3. Câmbio
A crise econômica e cambiária argentina acabou aumentando bastante o valor do dólar paralelo e consequentemente o real. Muitos turistas querem aproveitar isso e acabam se aventurando trocando dinheiro com pessoas nada confiáveis na Calle Florida. Se você não tem um amigo ou conhecido de responsa na cidade, é melhor não arriscar. Essas pessoas que trocam dinheiro na rua não te dão nenhuma garantia e trocar moeda na rua é ilegal.

4. Atendimento
Sim, o atendimento é lento e os garçons são um pouco preguiçosos. Não tente impor o jeito brasileiro aqui. Lembre-se que você está em outro país, tentar mudar radicalmente isso é apenas inútil. A dica é nunca ir almoçar ou jantar com pressa ou tempo contado.

5. Cartão de crédito
Por razões surreais da economia argentina, existem muitos lugares que não aceitam cartão de crédito. Desde lojas, bares e restaurantes. Na dúvida se informa. Para restaurantes, consulte o Guia Óleo que dá todas as infos dos restaurantes.

6. Inflação
Quem se informa e pesquisa faz uma viagem muito melhor. Os preços na Argentina já não são aquela pechincha de 7 anos atrás, por isso reconsidere aqueles comentários sobre compras baratíssimas do seu parente que veio pra Buenos Aires em 2007. Das poucas coisas que não estão o olho da cara na cidade são o transporte e comer bem. Então aproveite!

7. Clima
Por incrível que pareça tem gente que ainda pergunta sobre o clima em Buenos Aires quando existe aí o Google para te responder tudo. Aqui as estações são as mesmas que nas terras tupiniquins, porém são mais definidas. Junho e julho, frio pra caramba. Já dezembro, janeiro e fevereiro é um calor from hell!

5 bares para tomar bons drinks em Buenos Aires

E existiam boatos que Buenos Aires estava na pior… Porrann! Imagina se não estivesse então! Hoje o post é da Amanda do blog Buenos Aires para Chicas. Fizemos um acordo pra movimentar nossos blogs. Eu escrevi pra ela um post sobre turismo e futebol e ela escreveu para o Aires Buenos um sobre os bons drinks de Buenos Aires!

Drinks. Taí uma coisa que Buenos tem de bom. Nada contra cervejas e vinhos mas, cada dia que passa eu tenho mais me apaixonado por drinks bons, viu? Não sei se estou ficando chata pela idade (risos, risadas, kkk, ahaha) ou se é porque estou em outra fase: apreciar a arte dos bartenders.

Aqui em Buenos Aires sempre foi comum essa coisa de saber quando o barman é bom, eles atraem tanto gente que não tem ideia do que está tomando como gente que vai a determinado bar para provar tal drink com determinada pessoa. Enfim, por isso separei aqui pra vocês 5 bares legais com bartenders bons e que tem uns drinks deliciosos. Drinks, não cervejas e vinhos. Ok, nada contra isso.

 

Frank’s (http://www.buenosairesparachicas.com/2013/04/meu-bar-preferido-franks.html)

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É o bar que eu mais amo na cidade. Primeiro porque tem essa onda speakeasy que tem que por senha pra entrar. Segundo porque os bartenders são o que há nesse bar. Terceiro porque os drinks desses bartenders são a melhor coisa de Buenos Aires. Ainda que não seja barato, em média 70 pesos cada trago, eu juro que você não vai se arrepender. Todos os barmans ali são bons, mas tenho queda pelo Seba Garcia, pelo Edgar Montenegro, pelo Gastón e pelo Gonzalo. Todos ahaha. E ah, tudo ali é bom para pedir também, mas amo o Ginger Martini e o Fix. Ginger é um drink cítrico. Fix é com frutas vermelhas, girlie.

 

Florería Atlántico (http://www.destemperados.com.br/regiao/argentina/o-conves-escondido-do-floreria-atlantico)

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Bar que abriu não faz muito tempo em Buenos Aires. Fica na Recoleta e é escondido por uma floricultura do piso de cima. Embaixo um lugar que se parece a um convés envelhecido e úmido. É comandado pelo Tato Giovannoni, um dos melhores bartenders da Capital. Mas o Wilfredo, que é outro barman de lá, é bom pra caramba também. Além disso, o Floreria é lindo demais e super bem frequentado. E ah, outro detalhe: as comidas são sensacionais, pontos para a churrasqueira – porque de lá saem os melhores peixes da vida. Para pedir, qualquer coisa, mas apaixonei pelo Madame Ivonne com champagne e no Scotch que se parece a um chimarrão alcoólico.

878

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Foi um dos primeiros bares que adentrou na ideia de drinks bons. O 878 também é da onda speakeasy mas, não com senha. Ali a casa que fica na Villa Crespo, recebe gente todas as noites. E ainda que o bar tenha sido eleito há dois anos o melhor bar de Buenos Aires, o clima por ali é tão relax que parece que quem frequenta o local são amigos dos donos. De novo, tudo é bom, mas o drink Sofia, cítrico, ganha meu coração todas as noites que eu passo por lá.

 

Rey de Copas (http://www.buenosairesparachicas.com/2013/03/rey-de-copas-fui-pra-india.html)

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Uma casa supergrande que tem em Palermo Soho. Ainda que quem frequente não saiba que os drinks são bons, eu garanto que você tem que provar, pelo menos, o ponche da entrada – cortesia da casa. Eu não sei quem está no comando desse bar, mas ó, está de parabéns.

 

Home Hotel (http://www.buenosairesparachicas.com/2012/05/roteiro-do-finde-home-congo-rosebar.html)

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Pois é, o Home é um hotel bem escondidinho e fora da rota loucura de Palermo que tem um jardim que, além de lindo, abriga tardes boêmias perfeitas para tragos e derivados. Os drinks são bem diferentes, mas todos deliciosos. Tem uns com vinagre, outros com chá, mas o que eu mais amo é o Scarlet the Tart com frutas vermelhas.

5 pontos para entender o panelaço de 18 de abril na Argentina

Ontem, 18 de Abril, houve um massivo panelaço em várias cidades da Argentina. Estima-se que cerca de 2 milhões de pessoas saíram às ruas para protestar contra o atual governo de Cristina Kirchner. A manifestação conseguiu ser ainda maior que a de 8 de novembro de 2012.

Aqui 5 pontos para entender melhor a insatisfação de boa parte dos argentinos com o governo atual.

1. Inflação.
A inflação anual argentina é estimada entre 25% e 30%, porém o INDEC, algo similar como ao IBGE brasileiro, diz que é 10%. O governo se nega a aceitar a realidade de todos que veem os produtos aumentarem quase que toda semana. Isso afeta todos os setores da economia. A Argentina já não é mais barata e seus produtos para exportação já não são tão competitivos. Além disso, pela alta dos preços, o número de turistas estrangeiros é cada vez menor. O pouco dinheiro que pode sobrar no fim do mês se desvaloriza a cada dia, o que nos leva para o ponto número dois.

2. Proibição de câmbio de moeda
Muito se diz que os argentinos são loucos por dólares e existem muitas críticas a esse costume que vem de décadas. Mas o que você faria se quisesse economizar dinheiro num país sem muitas opções confiáveis? Ao contrário do Brasil, onde temos nossa boa e velha poupança, além de outros produtos como renda fixa, aqui na Argentina o sistema bancário não oferece nada que vença a inflação. O “plazo fijo”, que é o mais parecido a poupança, rende no máximo 18%, quando a inflação está pra lá de 25%. Claro que existe a bolsa de valores, mas num país em crise e cheio de instabilidade, convenhamos ela  é uma alternativa que deve ser considearada só para quem entende muito sobre o mercado financeiro. O dólar é o refúgio natural dos argentinos contra a instabilidade de uma moeda fraca. Com a proibição da troca de dinheiro, o valor do dólar paralelo pulou para 8,70 (ao contrário do valor oficial de 5,16). A construção civil e o mercado imobiliário despencaram já que quem tem dólar não quer se desfazer dele para comprar um apartamento e quem vende obviamente quer doletas!

3. Riqueza inexplicada de Cristina
Os Kirchner tinham um patrimônio de 7 milhões em 2002, quando Nestor assumiu o governo, no final de 2012 segundo o La Voz ele estava em 89 milhões. Se for comparar com o patrimônio do início da vida pública do casal, no começo dos anos 90, a coisa fica ainda mais difícil de entender. Quando perguntada sobre como conseguiu tanto dinheiro, Cristina explicou que isso é fruto do seu trabalho, já que ela sempre foi uma ótima advogada.

4. Corrupção
Incrivelmente não existe concurso público para muitas das vagas estatais na Argentina. O resultado disso é que o governo lota as empresas com gente de “confiança”, que acaba destruindo algumas instituições. Aerolineas Argentinas, que foi reestatizada faz alguns anos, tem um rombo incrível. Só nos primeiros dois meses do ano a companhia aérea perdeu U$ 118 milhões, segundo notícia do La Nación. Sem contar ainda a quantidade de dinheiro público gasto em programas como Futbol Para Todos e na publicidade governamental.

5. Cheirinho de Argenzuela
Autoritarismo, perseguição política, perseguição da liberdade de imprensa, criação de uma realidade paralela, brigas com jornalistas que não são do governo, investimento forte numa TV pública que beira a surrealidade com seus programas jornalísticos, criação de leis que dizem que vão democratizar a justiça mas que tem discussões atropeladas no congresso para serem rapidamente aprovadas. É uma infinidade de fatores que coloca a Argentina no mesmo caminho da Venezuela. Há cada vez mais uma divisão mais forte da sociedade. Uma polarização nem um pouco razoável, de tanto oposição como situação. Pessoalmente acho preocupante quando escuto declarações de partidários que dizem que apoiam Cristina até a morte e ainda se referem a Chavez como o “comandante”. Estamos em 2013 e já passamos por muita coisa no mundo para aprender que o presidente é um cargo passageiro na vida de políticos e não devemos dar uma dimensão messiânica nunca para quem estiver a cargo de um país. Os resultados disso todos conhecemos. Tudo bem apoiar e concordar com a Cristina, mesmo eu acho ótimo todas as políticas de afirmação de gênero e casamento homossexual que seu governo promove, porém preocupa a partir do momento que as pessoas começam a endeusá-la e perder o senso crítico.

Foto do Clarín. Veja mais imagens da manifestação no Tumblr deles.

Guia realista de compras em shopping centers de Buenos Aires

Buenos Aires está cheia de shoppings centers, mas ao contrário de grandes cidades brasileiras, por aqui essas mecas do consumismo estão um pouco escondidas.

Por mais que a cidade não tenha mais tantas pechinchas, quem procura bastante pode acabar encontrando algo que valha a pena.

Aqui uma listinha realista e honesta dos 9 principais shoppings da cidade. Veja qual tem mais a ver com suas necessidades!

Galerias Pacífico – Esquina Florida e Córdoba

Talvez um dos mais conhecidos dos brasileiros por estar localizado na Calle Florida, esquina com Avenida Córdoba. Um prédio lindíssimo com tetos que são uma verdadeira obra de arte. Possui muitas marcas de luxo e boas opções para comer. Não possuem muitas pechinchas, mas vale a pena para quem quer marcas famosas. É frequentado muito mais por turistas do que por moradores de Buenos Aires. Nas Galerias Pacífico o português é quase a língua oficial.

Site: http://www.galeriaspacifico.com.ar/

Alto Palermo – Av Santa Fé 3253

Localizado na Avenida Santa Fé, bem na boca da estação Alto Palermo, é de tamanho médio e com muitas lojas de grife. É um shopping típico da classe média porteña. O que difere dos outros são as opções de comida, com muitas franquias de redes americanas que só existem lá como Benihana e KFC.

Site: http://www.altopalermo.com.ar/
Abasto – Av Corrientes 3247

Um dos maiores shoppings da cidade e talvez o mais popular. Localizado na Avenida Corrientes, bem em cima da estação Carlos Gardel, possui um cinema bem razoável e uma quantidade infindável de lojas de roupa de marca ou esportivas. A praça de alimentação é lotada. Nos fins de semana o shopping ferve! Prédio lindíssimo onde antes era um dos mercados municipais da cidade.

Site: http://www.abasto-shopping.com.ar/

Patio Bullrich – Av del Libertador 750


Endereço dos ricos e endinheirados da Recoleta. É o shopping com as marcas mais exclusivas, mas ultimamente anda em crise, já que muitas lojas de luxo se mandaram do país.

Site: http://www.shoppingbullrich.com.ar/

Paseo Alcorta – Jeronimo Salguero 3172

Outro primo rico do Patio Bullrich. É minúsculo e bem exclusivo. Não vejo muita graça, mas tem um Carrefour gigante dentro. Ajuda? Sinceramente, recomendo a visita só se você estiver passeando pelo Malba, que é bem pertinho desse shopping.

Site: http://www.paseoalcorta.com.ar/shopping/

Buenos Aires Design – Av Pueyrredón 2501

Inúmeras lojas de decoração, uma filial enorme da Morph onde a mulherada faz a festa e um Hard Rock Café. Ótima opção para quem está visitando a Plaza Francia ou o Cemitério da Recoleta! Só não peçam preços bons, porque ultimamente isso está em falta nesse país.

Site: http://www.designrecoleta.com.ar/

Recoleta Mall – Vicente Lopez 2050

O melhor desse shopping, que fica ao lado do cemitério, é o cinema. Gosto bastante! No resto um shopping estranho e diminuto, com lojas caríssimas e preços irreais. Vale a pena para matar um tempinho se você estiver na Recoleta.

Site: http://www.recoletamall.com.ar/es/home

Dot – Vedia 3632

Só turista com muita vontade de compra visita o Dot. É o maior shopping da cidade, mas está exatamente na beira da autopista onde termina Buenos Aires. Tem uma Fallabella enorme, que é uma das minhas lojas preferidas da Argentina, e também tem uma sala de cinema com tela gigante. O ruim é que é longe, o bom é que praticamente não tem turista.

Site: http://dotbairesshopping.com/

Unicenter – Paraná 3745, Martinez. Margem da Autopista Panamericana.

Único shopping da lista que está fora da cidade de Buenos Aires, o Unicenter é bem longinho. Os fanáticos das compras encontram um lugar enorme com várias marcas de luxo. É frequentado pelo povo da Zona Norte, que é a área da grande Bs As mais abastada na grana.

Site: http://www.unicenter.com.ar/

O melhor hambúrguer de Buenos Aires

Buenos Aires não tem uma tradição de hamburguerias como nas grandes cidades brasileiras. Aqui em terras portenhas você sempre pode comer uma hamburguesa em qualquer kiosco, mas geralmente nada mais é que um hambúrguer desses vendidos em supermercado.

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Por isso o tamanho da minha alegria ao descobrir o Burger Joint, na rua Jorge Luis Borges em Palermo. O nome e o logo são idênticos a uma rede de lojas de Nova York, mas esse de Buenos Aires não tem nada a ver com os irmãos gringos.

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Por cerca de 40 pesos o hambúrguer você pode escolher entre um simples com cebola, alface e tomate ou o mexicano ou jamaiquino. A carne é de primeira e você pode escolher o ponto de cozimento.

Demora um pouquinho para o hambúrguer ficar pronto, mas vale cada segundo da espera. Para completar ainda disponibilizam catchups com curry e uma sensacional mostarda doce. Não tem nem o que discutir. É o melhor hambúrguer da cidade! Precinho bem bom e sabor difícil de encontrar nas calles porteñas. Voltarei certamente!

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Burger Joint fica na Jorge Luis Borges 1766, quase esquina com Costa Rica e a duas quadras da Plaza Serrano. Aqui o Facebook deles.

24 horas em Buenos Aires

Se alguém tivesse apenas 24 horas em Buenos Aires, esse seria o roteiro que indicaria para a pessoa aproveitar ao máximo a cidade!

8h da manhã

Chega de medialunas! Café da manhã no Oui Oui (Nicarágua 6068) é uma ótima pedida. Com 40 pesos você come um cafezão enorme, ovo mexido, bacon e muito mais. Outra opção é a deliciosa limonada. Além do mais o ambiente é super bonito e aconchegante.

10h30

Compras na Villa Crespo. Os preços em Buenos Aires se fueron al carajo, como muitos dizem. Os outlets da região da Calle Aguirre e Calla Gurruchaga são um dos poucos lugares onde ainda é possível encontrar uma pechincha.

12h

Deu uma fominha? Aproveita e faça um pit stop em algum dos inúmeros kioskos da região. Além dos clássicos alfajores, há também o chocoarroz, que é muito mais light! Recomendo os da marca El Cachafaz!

14h da tarde

Brunch no Malvón. Um dos meus lugares preferidos da cidade, bem pertinho dos outlets ali na Calle Serrano 789. Várias opções, por cerca de 100 pesos, incluído já a bebida. O meu preferido é o salmão negro!

16h

Passeio nos Parques de Palermo. Se você nunca visitou o Rosedal, taí um passeio obrigatório. No verão a portenhada aproveita para fazer fotossíntese e captar todos os raios de luz possíveis, deitando-se na grama dos parques. Tem gente patinando, andando de bicicleta, de skate, andando. Tanto movimento que não dá para bobear, com risco de ser atropelado por alguém fazendo cooper.

18h30

Happy Hour! Vários pubs da cidade oferecem cerveja e drinks 2 por 1 até as 21h. Bangalore e Dubliners, em Palermo Hollywood são tradicionais nesse quesito!

21h

Jantar no Sarkis. Quem imaginaria que em Buenos Aires você come uma sensacional comida árabe? Tecnicamente é comida armênia, mas a diferença é mínima. Recomendo demais o kibe cru, o arroz pilaf e o kafta de cordeiro com iogurte.

23h

Tango no Bar do Roberto. Um bar simples, um ambiente rústico e música pra lá de autêntica. Se tiver fôlego, encare uma cerveja enquanto violonistas e cantores de tango destilam suas tristezas nesse pequeno bar.

2h da manhã

Pizza da madrugada na Av. Corrientes. Seja no Guerrín ou no Banchero, matar a larica da madrugada numa pizzaria dessa avenida é uma tradição da cidade. No Guerrín, não deixe de comer a empanada frita. É como se fosse um pastel brasileiro, só que muito mais rechoncudo e com uma massa mais grossa.

4h da manhã

Hora de dormir no Querido. O Hotel preferido do Aires Buenos é nossa indicação para quem visita a cidade.

Garanta no Decolar.com passagens aereas para Buenos Aires e voe ainda em abril!

Querido Hotel: dica de hospedagem imperdível em Buenos Aires

Querido Hotel

Querido Hotel

O Querido é un Bed & Breakfast (hospedagem estilo pousada) que fica no bairro de Villa Crespo, em Buenos Aires. O bairro é bem tranquilo e até pouco tempo atrás, unicamente residencial. Mas de um tempinho para cá grandes marcas resolveram instalar seus outlets nas quadras da rua Aguirre e tudo mudou! Pipocaram vários cafés e restaurantes interessantes ao redor. Na Villa Crespo, dá para comer muito bem pagando bem menos que em Palermo, Recoleta e Puerto Madero. Já fiz um post aqui sobre sobre. É o meu bairro preferido para sair pra comer, porque a varidade é inigualável. Além disso, de lá da para ir caminhando até Palermo facilmente e ainda tem metrô pertinho na Av. Corrientes, a linha B que vai até o centro.

Querido Hotel

Querido Hotel

Conheço os donos do Querido faz tempo! A Mariana (brasileira e baiana) e o Ali (inglês) conhecem Buenos Aires como poucos e fazem questão de conversar com cada hóspede para então recomendar passeios, atividades e restaurantes que tenham a ver com o perfil da pessoa e seus gostos. Afinal, Buenos Aires é uma cidade que oferece, além do circuito básico de turismo, muta coisa interessante para todos os gostos. A fama deles é tão grande que a revista Viagem & Turismo até publicou uma nota falando exatamente dessa habilidade do Querido: os donos são verdadeiros “personal palpitators”. Veja aqui. É uma dica de hospedagem imperdível pros brasileiros. Quer algo melhor que ter um serviço de primeira e toda uma assistência na sua viagem para Buenos Aires?

Querido 3

O Querido é um hotel novinho, inaugurado em 2010, portanto nada de carpetes e estrutura ultrapassada. Os quartos são bem iluminados e aconchegantes, todos os oito são suítes, com ar-condicionado e calefação de controle individual, TV a cabo e uma cama queen size super confortável. No térreo, a “recepção” é convidativa para um bate papo com os donos, a sala de estar é pra lá de charmosa e conta com uma vitrola antiga que ainda funciona. O café da manha é servido no salão ou em nas mesinhas do jardim, se o clima estiver propício. O wifi é gratuito.

Querido Hotel

Querido Hotel

Para saber mais sobre o Querido vale a pena ver o que o Ricardo Freire escreveu lá no Viaje na Viagem, mas principalmente, ler a opinião sincera no Trip Advisor de quem já se hospedou lá , o que já rendeu ao Querido o segundo lugar no ranking de Bed&Breakfasts e pousadas em Buenos Aires no site TripAdvisor por 2 anos consecutivos.

Curtiu? Aproveite e visite agora mesmo o site do Querido Hotel:

http://www.queridobuenosaires.com/pt-br/

Carnaval em Buenos Aires 2013

Murga, Carnaval de Buenos Aires

Buenos Aires não é a Sapucaí, mas bem que existem opções legais de coisas para se fazer na cidade.

A murgas, espécie de blocos com gente batucando, estão presentes em várias partes da cidade. Até rolou um mapinha do jornal La Nación com as mais conhecidas.

Particulamente acho o carnaval uma ótima época para passear por Buenos Aires. A cidade está mais vazia, já que muitos portenhos escapam para um lugar mais calmo, e fica bem mais tranquilo de passear por aí.

A minha dica é aproveitar bastante os parques de Palermo. Aproveite para conhecer o Zoológico, o Jardim Japonês, o Rosedal, o Jardim Botânico e pedalar pela ciclovia da Av. Libertador.

Aqui um link com muito mais informação.

Ahh… E se bater saudadinha do Brasil, recomendo um bobó de camarão lá no Boteco do Brasil.

Inflação argentina. Pior cego é aquele que não quer ver

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Faz muito tempo decidi comigo mesmo que não iria comentar dos temas econômicos e políticos da Argentina. Ia me focar mais no lado bom, nos pontos turísticos e todas as coisas lindas que Buenos Aires reserva.

Confesso que é bastante difícil falar das coisas legais quando certas coisas banais são tão difíceis. Não pode trocar dinheiro, não pode mandar dinheiro, todos os preços aumentam, mas o governo insiste em dizer que não.

Ontem quando pedi comida no chinês de sempre a inflação estava ali descarada na minha frente. Eles mandaram o papelzinho com os preços, que é igualzinho e com o mesmo layout de sempre. Tudo a mesma coisa, menos os preços, que subiram na média de 15% nos últimos seis meses.

Instagramizando Buenos Aires

O Instagram é uma rede social de fotos que causa muita comoção. Ou você ama ou odeia. Ama porque pode ver e compartilhar imagens lindas da sua vida. Odeia porque é a banalização total da fotografia.

Recentemente criei uma conta lá e comecei a fotografar Buenos Aires, principalmente Palermo, onde moro. Quem quiser me adicionar, meu usuário é: @tuliobraganca

Aqui algumas imagens que tirei de mi Buenos Aires querido!

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Virgen de Limón, um grafite do lado do Carrefour

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A bicisenda, ciclovia, da Calle Gorriti num dia de muito sol na cidade.

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O céu de Palermo

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Carros velhos, que fazem parte da paisagem do bairro.

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Um Lada Laika que pretende durar muito tempo ainda

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Outro carro antigo, um simpático Fiat 600