>Richard Ashcroft – The Journey

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Novo clip do Homem. “The Journey” é um single que ele gravou para ser trilha de um curta-metragem sobre tráfico sexual, com a Emma Thompson como protagonista.

Acho bonito ter ídolos e o Richard Ashcroft certamente é um dos meus. Não só pela sua música e letras, mas pela sua história de vida, que acompanho desde 1997.

Como eu já disse antes várias vezes, o Richard sempre tem uma palavra para mim.

>Arjona é rei

>Nos últimos três fins de semana seguidos fui em lendários shows aqui na cidade: The Killers, El Cuarteto de Nos e Andrés Calamaro.

Hoje toca na cidade o Ricardo Arjona, algo como um Wando latino com uma leve pitada de rock. O cara tem letras breguíssimas e agrada muito à mulherada brega.

Do jeito que ando tão tolerante musicalmente nesses últimos dias, bem que acharia divertido ver esse guatemalteco ao vivo.

Saca só o clip e um pedaço da letra de “Tocando fondo”

Vamos aclarando el panorama
Que hay pinguinos en la cama
Por el hielo que provocas,
Si hace mas de un mes que no me tocas
Ni te dejas sobornar por ese beso escurridizo
Que busca boca y encuentra el piso.

>Nos volveremos a ver

>Para você já ir se acostumando, Buenos Aires.

Andrés Calamaro – Nos Volveremos a ver

Nunca hay un adios total
entre dos ñeris
siempre es un nos volveremos a ver
en algun lugar del tiempo

No hay olvido cuando existe
la amistad y el respeto
El recuerdo de momentos entrañables
de alegrías y secretos

Nos volveremos a ver
porque siempre hay un regreso
por eso contá con eso
pongo mi mano en el fuego por vos

Soy un chico de familia
y no soy ningun Carlitos
Vivi las tumbas de la vida
soy un poeta maldito

A pesar de ser bonito
nunca dormi en el palito
vivi las tumbas de la vida
soy un poeta maldito
Nos volveremos a ver..

>Paper Heart

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Charlyne Yi é uma atriz engraçadinha que diz que nunca se apaixonou na vida. Nesse documentário, ela sai atrás de um monte de gente para tentar entender o que é essa coisa chamada amor, que em certas época parece mais como conto de fadas como o Papai Noel.

Ela vai recolhendo pelo Estados Unidos interessantes conclusões e causos com velhinhos, crianças, motoqueiros, casais gays, cientistas, ciganas e atores de Hollywood. Por ironia da vida, Charlyne acaba se apaixonando nesse trajeto e o que era para ser um documentário sobre o amor acaba sendo um documentário sobre ela.

Verdade ou não, é uma interessante e doce história para os corazones.

>Entonces es Navidad

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Andando por Buenos Aires você mal percebe que só faltam duas semanas para o Natal. São pouquíssimas decorações nas casas e prédios, até mesmo no comércio a coisa não é tão presente. Que coisa sem graça!

Dá uma saudade da Rua Paraguassu no Juvevê em Curitiba, ali do lado de onde estudei da UFPR, ou dos prédios da orla da praia de Santos. Tem um que tem um Papai Noel escalando os andares que é super clássico.

Tem gente que não gosta do Natal e se deprime com essa data. Eu particulamente adoro e sempre é uma época um tanto quanto sentimental que gosto de passar do lado das pessoas que mais gosto. Tenho problemas sérios de insatisfação com o Ano Novo, mas isso é um post à parte.

O que também curto nessa época muito são as bandas que fazem músicas de Natal, das mais diferentes propostas. Estamos falando de coisas legais e originais e não de Simone 25 de Dezembro.

Esse ano o The Killers lançou “Happy Birthday Guadalupe” para a RED, uma associação mundial de luta contra a AIDS. A música tem um climão mexicano romântico e natalino, com pedaços de letras em espanhol. Tocante, meus caros.

Well I woke up Christmas morning and what did I see?
I saw a lovely senorita looking back at me
Named Guadalupe
With big brown eyes, boy, what did you this time?
Made my excuses and a b-line for the bedroom door,
she was beggin’ and a-pleadin’, screamin’,
Por favor, mi cumpleanos!
Stay with me, baby it’s cold outside

Também gosto muito da versão do Travis para Last Christmas, uma música de partir o corazón que o George Michael gravou com o Wham nos anos 80.

>"El cuarteto de nos" outra vez!

>Hoje vou para o meu 4º ou 5º show do El Cuarteto de Nos, essa banda uruguaia que certamente é o que “más me gusta” em matéria de rock em espanhol. Talvez seja o grupo que mais vi show na vida, nem Oasis, nem Ira! batem essa marca.

“El cuarteto” vem pra Buenos Aires fazer duas apresentações do último Cd “Bipolar”, do qual já falei aqui.

Verdadeiros “Titãs” do rock uruguaio, já que todos eles já são bem senhores e com uma trajetória de mais de 25 anos de palco, os caras tem umas letras que ficam entre o existencialismo e a filosofia de boteco, a genialidade e o lugar-comum. Num disco chamado Bipolar, eles abusam ainda mais das contradições humanas.

Aqui “El hijo de Hernandéz”, o último clip da banda, que mostra bem como eles conseguiram adicionar uma cumbia e uma latinidade natural no rock! A locação do clip parece demais a um hotel que fiquei em Montevidéu em 2005. Será?

Soy quien soy, no preciso identificación
se bien de dónde vengo y dónde voy
porque soy lo que soy y no quién quieras vos

Se de dónde vengo, se donde voy
por eso sé dónde estoy, no me avergüenza lo que soy
sé cual es mi lugar y a dónde pertenezco
lo que no me corresponde y lo qué merezco

Soy sangre de mi sangre y soy mis costumbres
soy mis hábitos y códigos y mis incertidumbres
soy mis decisiones y mis elecciones
soy mis acciones, solo y en la muchedumbre

>Rubin – El rey de la ansiedad

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Rubin, que é um cara que faz belas músicas em espanhol, no seu novo clip “El rey de la ansiedad”

Bem legalzão, cheio de telas divididas e planos legais, e com a participação do cartunista Liniers, da tirinha Macanudo, que no clip é um professor de desenho.

>Dicen que hay, dicen que hay

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Ontem fiquei assistindo um especial sobre o Andrés Calamaro no MuchMusic e fiquei de cara. Conhecer a trajetória dele só me faz gostar mais das suas músicas e de sua pessoa. Começou numa banda nos anos 80, começou carreira solo, depois teve sucesso estrondoso na Espanha com outra banda nos 90, voltou pra carreira solo, caiu numa depressão bizarra e voltou nos últimos tempos para ser um dos principais nomes do rock argentino, e porque não do rock em espanhol?

É um cara que consegue agradar desde o mais popular até o mais erudito, com suas músicas que transitam entre a genialidade, o clichê e a breguice.

Também fiquei pensando como estão faltando ídolos no rock brasileiro. Essas entidades que movem massas e são realmente respeitadas, e não um produto de marketing e nicho de mercado.

O Calamaro toca no Club Ciudad Buenos Aires agora em dezembro e já foi aberta uma segunda data, porque a primeira já está com ingressos esgotados. Um lugar enorme, capacidade para umas 40 mil pessoas. Que roqueiro brasileiro conseguiria fazer show pago para tanta gente assim?

Andrés Calamaro – Estadio Azteca
Atencion pido al silencio… y silencio a la atencion
Que voy en esta ocacion si me ayuda la memoria
a contarles que a mi historia le faltaba lo mejor!

>We love Zooey

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O que é essa Zooey Deschanel?

Musical dirigido pelo mesmo diretor de 500 days of Summer e onde atua o Joseph Gordon Levitt, também do filme. A música é “Why do you let me stay here” da banda She & Him, da qual nossa musa faz parte.

Zooey, I think you’re just so pleasant, I’d like you for my own!

>500 days of Summer

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Teria tanto pra dizer desse filme, mas a frase “This is not a love story” presente no trailer já fala tudo.

Ótima trilha sonora com Smiths, Doves, Feist e a apaixonante Zooey Deschannel como Summer.

No início do filme uma frase diz “Essa história não foi baseada em nenhum acontecimento real. Qualquer semelhança é mera coincidência”. Impossível não duvidar.