Cuentos de Buenos Aires – Patricia Fagundes

Na sessão Cuentos de Buenos Aires de hoje a Patrícia Fagundes conta uma pequena aventura por Buenos Aires. Como chegar a um ponto turístico sem ter um mapa e nem as moedinhas para o ônibus? Ela conseguiu!

cuentos de buenos aires

Fomos eu e meu marido  Buenos dia 16 de Março de 2013, ficamos em um hostel e o dia seguinte caiu em um domingo. Nesse dia achei meio deserta região. Primeiro fomos a Casa Rosada e logo após eu queria muitooo conhecer a Flor Metálica e o Cemitério na Recoleta.

Ta ok, só que precisávamos de um mapa e quem disse que encontramos? Não tinha nos quiosques abertos e mesmo assim nós nos arriscamos. Caminhamos… Vaminhamos (e ,peraí, acho que nos perdemos). Até que paramos um pouco para tomar ar e encontramos um casal de idosos que estavam próximos em uma parada, super simpaticos. Eles ficaram preocupados com a gente (que fofos).

Perguntamos quantas quadras faltariam para chegar ate a Recoleta e num espanto eles disseram que estávamos muito longe de lá e também do lado errado (que maravilha! haha). Precisaríamos pegar o ônibus e era necessário ter 6 pesos em moedas. A boa notícia é que só tinhamos cédulas.

E adivinhe quem pagou? (vergonhaaaa) Eles mesmos!! E ainda disseram que cuidariam para quando chegasse nossa vez de descer. Nunca vou esquecê-los, anjos argentinos!!!!

Com buena onda se chega a qualquer lugar, Patrícia! Muito bom!

E você, quer compartilhar com a gente um pouco da sua viagem para Buenos Aires? Para participar da sessão Cuentos de Buenos Aires, basta mandar seu texto com uma imagem para o email airesbuenosblog@gmail.com

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2 comentários

  1. Priscila

    Quando estive em Baires em fevereiro deste ano passei por algo parecido, só que tive que andar de graça. Estávamos voltando de Puerto Madero tarde da noite, uma amiga americana e eu, e tínhamos algumas moedas, só que ao entrar no ônibus, não conseguimos de forma alguma entender como que funcionava aquela maquina onde se paga, Depois de alguns vinhos, só conseguíamos rir, sorte nossa que o motorista era buena onda e nos deixou viajar de graça. O ônibus lotado (o que eu achei incrível para o horário) nos olhava e ria junto.

    Mas minha experiência mais marcante com o transporte de BA foi uma ida à Mendoza, que quase deu errada, (e que daria um cuento). Resumidamente, perdemos o ônibus (que saiu com 3 horas de atraso), fomos atrás dele em um taxi, paramos o ônibus errado na estrada, passamos o outro dia todo tentando trocar as passagens e conseguímos finalmente ir, para um dos lugares mais incríveis que conheci.

  2. Pingback: Como andar de ônibus em Buenos Aires « Buenos Aires, queridos.

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