El Último Elvis

“El Último Elvis” parece ser o filme argentino do momento. Selecionado por Sundance, sucesso de público, filas enormes nos cinemas e belas críticas no Clarín e La Nación.

O filme conta a história de um imitador do Elvis, que leva uma vida de trabalhador braçal de dia e de showman de noite, e toda sua dificuldade de lidar com as coisas normais da vida de um mortal. Nas vésperar do seu aniversário de 42 anos, a mesma idade que Elvis morreu, o imitador começa a repensar algumas coisas e nisso que o filme evolui.

Ao contrário de grandes blockbusters como “Um novio para mi mujer” ou “El secreto de sus ojos”, “El Último Elvis” não é tão comercial assim, o que faz a gente estranhar tamanho sucesso. O filme é um tanto quanto lento, arrastado e demora para começar de vez. Porém, a história incomum, os personagens bizarros imitadores de grandes astros do rock, a direção de Armando Bo e a performance do ator principal, John Mc Inerny, um arquiteto de La Plata que tem uma banda cover do Rei do Rock e acabou se tornando protagonista, fazem desse filme algo muito diferente do que estamos acostumados no cinema argentino.

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4 comentários

  1. Eu adorei esse filme. Aliás, amo cinema argentino! E para quem quer assistir vários filmes e não quer ficar sem grana, já que o cinema aqui não é dos mais baratos, indico o cinema Gaumont, bem perto de Congresso. Os filmes, quase sempre argentinos, custam só 8 pesos (cerca de R$3), e as salas são daquelas antigas, com poltronas grandes. Adooooro!!

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