Seis solteiros largados em Buenos Aires – Dica do leitor

O título tem nome de filme da “Sessão da tarde”, mas é exatamente a história de seis solteiros largados em Buenos Aires que o Nobu nos conta hoje! Ele foi para Buenos Aires com mais cinco amigos e narra no jeito mais buena onda como curtir a cidade sem cair em ciladas, principalmente nas que ele caiu.

Se você está indo para a capital portenha e não quer correr o risco de fazer programas sem graça, veja o nosso Guia Básico: 4 dias em Buenos Aires. Temos também o Guia Lado B dos pontos turísticos de Buenos Aires, que é ideal para quem tá cansado de Casa Rosada e Galerias Pacífico e quer algo diferente na sua viagem!

Seis solteiros largados em Buenos Aires – Dica do leitor

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Olá, galera. Sou Nobu Kahi, ator, brasiliense, 28 anos e que leva a vida viajando. Esperei alguns dias para passar essa paixão pela cidade de Buenos Aires e fazer esse relato de uma viagem bem maluca e cheia de momentos mágicos. Fomos em 6 pessoas, das quais conhecia apenas 3, ficamos em um hotel na Av. 9 de Julio (HTL Hotel) bem maneiro e em um flat luxuoso e com um custo-benefício super da hora (ficou muito mais barato que ficar em hostel por exemplo).

Sou tipicamente um viajante solitário. Dei a abertura de viajar junto com tantas pessoas dessa vez. É realmente mais complicado devido à diferença de opiniões. Enfim, seis solteiros largados em Buenos Aires.

Vou tentar aqui registrar como ir pra Buenos Aires e fazer uma viagem DIVERTIDA.

1º dia: sexta-feira

Chegando ao aeroporto de Ezeiza já flagrei um fato: somos muitas pessoas, podemos até nos dar ao luxo de andar de táxi não gastando muito.

O hotel é bem bonito. Arquitetura antiga e todo modernoso dentro. Com uma recepcionista muito legal (Sophie). No primeiro contato já observei onde era o kiosko mais próximo, uma pizzaria Ugi’s (que aliás tinha um pizza MUITO barata e nos alimentou bastante) e um supermercado. Dica bêbada: compre vinho nos supermercados para tomar no hotel, tomar nas pracinhas e degustar essa maravilha de Malbec argentino. O mais comprado foi o Colón pelo custo-beneficio. Porém existem vários bons. Ahhhh! Em restaurantes peça o vinho da casa. Sempre é o mais barato e o melhor.

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Calle Florida: eu pessoalmente fui lá pra trocar dinheiro. Também queria ver um guitarrista que conheci na internet, o Demián Salazar, só que não consegui. Sempre tinham excelentes artistas pela rua. Tinha um show de blues na saída do metrô Catedral. Várias lojas, muita gente, um passeio a pé bem maneiro. Galeria Pacífico, um local bem cafona cheio de loja cara.

2º dia: sábado

Acordando e já caminhando. Caminhei MUITO. Adoro caminhar. Tanto que até desistir de pegar a bicicleta gratuita. Fui andando por vários lugares que creio que muita gente faça de táxi ou metrô.

Casa Rosada: entramos pra dar uma visita. Sem fila. Lugar bem bonito. Sou de Brasília e quase não vejo um brasiliense dando um “rolé cívico” aqui (só quando leva um parente que mora fora), fiquei com certa inveja dos porteños. Por terem tanto interesse em sua história, sua arte e cultura.

Puerto Madero: passeio bem “tiozão levando a segunda mulher mais nova pra tomar um bom vinho argentino”. Achei meio caidão. Bem bonito, claro. Maaas, não é muito meu lugar. Tudo bem caro. Preço para turista. Um museu em um barco bem mixuruca, uma fotinha na ponte da mulher pra mandar pra tia no Brasil e restaurantes all-you-can-eat. Fomos em um bem ruim chamado Brasas Argentinas (uns 70 reais à vontade com sobremesa e uma bebida), qual foi o motivo de comermos nessa cilada? Um grupo de brasileiros falou que era excelente. Motivo? Pasmem! Tinha arroz branco, farofa e FEIJOADA! A carne do recinto parecia que foi atropelada. A sobremesa era boa, um tal de Don Juan, sorvete com um COPO de whisky, já comecei a ficar tonto.

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Recoleta: lugar incrível. Vários artistas de rua. Feirinha muito maneira.

Cemitério da Recoleta: rolezinho gótico. É um lugar bom pra dar uma volta. É muito peculiar e exótico. Eu gostei, mas acho estranho falar que gostei de andar em um cemitério. Não sei. Enfim, vale a pena.

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Floralis Generica: quer dizer, o parque que fica a Floralis. Lugar bom pra ver o sol se por. É um parque com muita gente fazendo fotossíntese e aproveitando para se aquecer. Aqui também tem mais uma fotinha clássica pra postar no instagram e marcar a tia do interior pra ela ver e comentar.

Centro Cultural la Recoleta: sede do Fuerza Bruta. Chegou a hora de ver esse grupo que tanto falam. 250 pesos, achei bem justa a entrada. Comprei 30 minutos antes do espetáculo. Na entrada tem um bar e pode entrar bebendo (lindo isso!). Já fui numas Quilmes pra animar. Dica: se for ao Fuerza Bruta, vá preparado para estar em cena, deixe sua bolsa/casaco no guarda volumes e se prepare como se fosse ir pra balada. É um ESPETÁCULO, cara! Algo que nesses anos de carreira na arte eu nunca havia visto. Visceral. Alma. Fuerza Bruta! O espetáculo Wayra já te arranca pelas tripas desde o primeiro ato e segue lindo e forte até o fim. Recomendo e MUITO. Não sei como não falam mais desse espetáculo nas dicas de turismo. É incrível!

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MUSE: tinha show da banda. 1200 pesos. Não fomos.

3º dia: domingo

Feira de San Telmo. Que feira mais crazy. Não fui pra Argentina fazer compras, então, fiquei vendo tudo como uma exposição de arte a céu aberto. Se vende de TUDO lá. Comida (experimente choripan e cucurucho de lá). Tinha um cara vendendo beijo. Tinha uma senhora vendendo suporte de pratos quebrados. Tinha um cara vendendo cabelo pra fazer dread. Artistas de rua sempre presentes. Estátua da Mafalda: uma fila até o final do quarteirão pra tirar uma foto, se aquele teu amigo turistão tem uma foto com a estátua no dia da feira saiba de uma coisa: ele tem muita paciência.

MUSE: O vocalista do MUSE tava na feira e ainda tirou uma fotinha com nosso bonde. Uhull!

Noite

Antares: cervejaria em Palermo Soho. Uma excelente opção pra quem gosta de cervejas artesanais. Fila enorme de espera. Tem que chegar cedo. O som é alto tipo balada. Muita gente maneira. Recomendo tomar todas e sair de lá fluente em espanhol (ou indiano ou latim, sei lá). Encontramos uma amiga que nos levou (depois do Antares fechar) pra outro rolé.

Bar Secreto: esse nem é o nome do lugar. Não tem nome. É um bar secreto mesmo. Parece que é meio que moda lugares assim em Buenos Aires. Desculpe você que está lendo e quer saber onde fica. Eu não sei o endereço. Só sei chegar lá (me leve que eu te levo). A fachada é uma loja de computadores. Você passa por um peruano baixinho na porta e ele pisca pra você de volta. Você vai até os fundos da loja e empurra uma parede (Sim! Não é mentira). Depois mais uma parede (deve ser pra isolamento acústico, não se escuta nada da rua). Lá dentro uma balada. A luz bem baixa. Umas 300 pessoas tomando e dançando. Drinks muito maneiros (daqueles de wasabi, cores malucas e etc). Bem caro! Mas caaara, você está dentro de uma parede, bêbado e numa balada irada. Que isso! Se não tivesse algumas fotos horríveis desse dia eu iria achar que foi sonho.

4º dia: segunda-feira

Ressaca se cura com bife de chorizo.

La Cabrera Norte: em Palermo. Nem precisou reservar. O melhor rango da viagem. Melhor Chorizo. Pedi mal passado e veio “boi berrando” do jeito que eu curto. 250 pesos o rango com bebida e sobremesa. As guarnições são excelentes também, você pode escolher qual quer, pedimos TODAS. Hahaha. Foi aí que percebi que a comida argentina tem menos sal que a nossa. Curti isso.

Outlets: cilada. Apenas se você morar em uma cidade pequena no Brasil vai achar maneiro ver uma loja da Nike ou da Adidas. O cambio está até justo ainda (4 pra 1), mas roupa é algo bem caro lá. Enfim, cilada.

El Ateneo: A livraria é realmente linda. O acervo não é lá o mais extenso de todos. Os livros mais famosos são fáceis encontrar, porém achei dificuldade em achar alguns, como por exemplo, os de Federico Garcia Lorca. O preço é salgado na livraria. Só que ela é tão linda que vale a pena a visita.

Caminhada por toda Av. Corrientes: muitos teatros. MUITOS teatros. Quase choro de emoção. Como queria que minha cidade fosse assim. Sou ator. É algo realmente emocionante. É a Broadway da Argentina.

Dica de gordo: Alfajor, compre no kiosko (ou no mercado), existem marcas deliciosas (muito melhores que o famoso Havana). E sério, dê atenção pro Alfajor da Milka e El Cachafaz.

Pizzeria Kentucky: Muito boa pizza. Preço bem bacana. Larica vespertina.

Vou abrir uma observação aqui para as empanadas. As empanadas argentinas são boas. Boas. Mas quero ver alguém me convencer que é muitas vezes melhor que um risole ou uma esfirra fechada que compro aqui na esquina da minha casa. Tem nada de demais. E olha que comi um bocado. Empanadas… Tenho pé atrás contigo.

Outra observação: FERNET. Meu best friend argentino. Amo fernet com coca. É o primo porteño da bebida que mais gosto no Brasil, a catuaba selvagem. Fernet. Te extraño.

Centro Cultural Konex: Toda segunda tem show do La Bomba Del Tiempo. Obviamente que já estava morto de cansado. Ressaqueado. Show maneiro. Foi muito legal ver ritmos percussivos latinos ao vivo. Como candombe, cumbia, són e etc. O show ainda teve participação do músico gaúcho Vitor Ramil (dono de algumas trilhas sonoras amorosas do meu passado).

Cara! SEGUNDA-FEIRA! Balaaaada! Essa cidade é o paraíso.

5º dia: terça-feira

Museo de Arte Moderno: San Telmo. Antes de começar a falar do roteiro mais artístico gostaria de recomendar o livro “A Arte como Terapia” de John Armstrong e Alain de Botton, para ajudar na percepção artística ao ver arte. Vejo muitos amigos brasileiros que vão a museus tirar selfie e até um caso de uma amiga que foi ao Louvre e tirou um monte de fotos e em todas ela estava de óculos escuros (caracaaas, mano! Como vai de óculos em um museu? Hahaha). Tenho que cumprir meu papel de arte educador e deixar essa crítica/dica.

La Menesunda segun Marta Minujín: entrada gratuita. A remontagem de uma instalação de 1965. Uma provocação de elementos cotidianos exacerbados na influência pop da época. Realmente me senti na vanguarda artística de 1965.

Esse museu possui também um acervo permanente. Muito interessante.

Museo de Bellas Artes: Recoleta. Um museu enorme. Entrada gratuita. Pra ver bem todas as obras dá pra gastar o dia inteiro. Muitas obras de artistas consagrados como Van Gogh, Rodin e Pollock. Também muitos artistas argentinos. Um acervo bem incrível. Esse momento da viagem eu paro e reflito na arte no Brasil. Me dá um aperto no coração. Fiquei com inveja dos hermanos.

La Catedral: Palermo. Um antigo galpão e caindo aos pedaços. Hoje em dia funcionam umas salas de dança e um ginásio enorme bem antigo. Lá possui aulas de tango e uma milonga quase diária. Infelizmente não ficamos pra aula devido nosso horário apertado. O preço da aula com a milonga depois era bem barato.

6ª dia: quarta-feira

Caminito. Dia de turistar. Trabalho como monitor de turismo nas férias e no Caminito me senti no Pelourinho em Salvador. Só de descer do táxi um monte de argentino te assediando a comprar coisas que você não precisa. Querendo vender tudo que você não quer. E ser legal contigo como um cunhando chato domingo de manhã. Achei legal o lugar. Porém, esse clima de assédio cortou meu barato.

 

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Fomos caminhando até o estádio do Boca. Falaram que o bairro é meio perigoso. Mas qualé! Parece minha cidade. Moro em Taguatinga, uma cidade satélite do DF. Só não dar mole e ser safo.

La bombonera: Incrível um estádio no meio de um bairro. Numa ruela. Não entrei porque achei meio caro a visita. Durante o caminho até o estádio só me lembrava do gol do Romarinho na Copa Libertadores 2012. Olha o Romarinho! #vaicorinthians

Noite

The Pub Crawl Buenos Aires. Veja no site deles onde vai ser. O nosso foi em Palermo Soho. Sempre acho Pub Crawl maneiro. O de Buenos Aires foi muito fera. 130 pesos, beeeem barato. O Pub Crawl deles funciona assim: 22h a galera se encontra em um pub e tem pizza e cerveja liberada até 23h (o esquenta), passa em 3 pubs e em cada um recebe uma dose (fica mais ou menos 1h em cada e o roteiro todo é caminhando) e pra finalizar 3h da madruga entra numa balada (entra vip e sem pegar fila) e sai às 8h. Tudo isso já incluso no pacote. Cara! Tem que ser forte. No segundo pub já estava me arrastando, me recuperei no terceiro e fui que nem uma fênix pra balada. Repito! Tem que ser forte! Pub Crawl é legal pra conhecer gente. A faixa etária é de 18 a 26 anos. Se já for meio tiozão pode se sentir meio deslocado. A parada é bem organizada, segura, tem sempre alguém da equipe perto, gente animando e um fotógrafo tirando fotos das suas piores poses bêbadas. Ahhh! Eles tiram logo no começo uma foto sóbrio pra você mandar pra sua mãe.

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7º dia: quinta-feira

Vocês acham que sou de ferro? Fiz nada! Ressaca monster. Os amigos do quarto foram nos outlets comprar coisas fancy. Fiquei sozinho. Almocei numa parrilla bem tradicional na Av. Corrientes algo que com eles não poderia fazer, já que, sempre preferiam os rolés mais turísticos. Fui a um bocado de livrarias e sebos. Comi pancho na rua. Lombito. Participei de um protesto (não sei pra que, mas me pareceu maneiro). Vi as mãe da plaza de mayo. Assisti uma missa na Catedral de Buenos Aires. Fui de teatro em teatro olhando tudo. No meio da tarde me deu uma saudade e voltei pra meu amigo Fernet-Coca. Caminhar por Buenos Aires é muito incrível.

Noite

Tango Porteño. Perto do Obelisco. Passeio clássico. Eu não tava muito querendo ir a um tango. Passei boa parte da minha vida dançando e não gosto muito de tango show. Curto mais uma milonga. Porém, eu fui. Fomos nesse porque era o mais perto do hotel. Hahaha. O rolé mais caro que eu fiz, 700 pesos (só show sem jantar). Show muito bom. Galera bem velha no recinto. Altamente turístico, daqueles que cobram até pela fotografia.

8º dia: sexta-feira

Resolvi fazer um novo roteiro. Ver locações de filmes que amo, por exemplo: Nove Rainhas, Relatos Selvagens e Medianeras. Como a internet do hotel era boa pesquisei, salvei o print do mapa e fui por Buenos Aires caminhando. Incrível! Senti roubando os outros com os personagens dos atores Ricardo Darín e o Gastón Pauls pelas ruas da cidade, vendo o guincho explodindo com o carro do Bombita e pra finalizar um final de tarde na Plaza San Martin vendo o edifício Kavanagh (de tantas histórias).

Noite

Fomos convidados pela amiga argentina (Carto) pra sua casa. Agora sim empanadas excelentes. Vinhos diversos. Muito papo interessante e bem maneiro conhecer alguém local. Ahhhh! Gostaria de agradecer ao Duolingo que me permitiu falar bem espanhol agora e me virar em todas as circunstâncias. Depois fomos a um bar/balada em Palermo MUITO legal. O DJ tocou um bocado de RAP nacional RZO, Criolo, B Negão, D2, GOG! (noix, mano GOG, representando o DF!) e Racionais MC’s. Começou como bar e lá pra 2h virou uma baladona responsa.

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Pós noite

Perder grana no Casino Buenos Aires. Sempre acho cassino algo meio deprê. Olhe a cara das pessoas no ambiente. Enfim, bora torrar grana! Saí quebrado. Tava mais bêbado que um gambá também. Meu amigo ganhou grana pra pagar o táxi e a gente voltar pro hotel. Isso de dia já. O cassino é 24h e fica em Porto Madero.

9º dia: sábado

Último dia. Pra desespero dos “party hard de Brasília”, a partir da 0h ia ter lei seca por causa das eleições. Já compramos um grande estoque de vinhos, fernet, queijos e etc pra ficar no nosso imenso quarto se divertindo. Essa é a vantagem de se viajar com muita gente. Seis pessoas já é uma festa.

Fui ao museu que achei sem querer ao lado/fundo da Casa Rosada, o Museu Casa Rosada. Entrada gratuita. Juro! Aprendi um montão sobre a história Argentina. Fiquei lá (tava mais quentinho lá dentro) um bom tempo pra ver tudo.

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Centro Cultural Kirchner: Realmente é um enoooooorme e faraônico centro cultural. Bastante criticado por terem gasto uma enorme quantidade de dinheiro em sua obra. Antes era a sede dos correios e a Presidenta Cris o transformou em Centro Cultural. Inúmeras salas de exposição, a baleia azul (sala de concerto), uma sala de vidros onde estava uma exposição fotográfica. É um espaço gigantesco. Fiquei umas 3h lá dentro e não vi tudo. Ahhh! Só funciona de sexta a domingo.

Noite

No quarto. Festa na cobertura.

10º dia: domingo

Adiós Argentina. Adiós Fernet.

Gastem todos seus pesos. Não vale comprar nada no free shop. Não achei nada que vale a pena comprar. E como o peso não vale muito por aqui. Gaste! Dica: fui ao Carrefour e comprei alfajor de promo. Foi sucesso!

Fim da viagem. Tentei fazer uma viagem mais festeira. Mais artística. Menos turística. ODEIO fazer turismo pré-programado. Tentar fazer as mesmas coisas que alguém já fez. Cada experiência é uma experiência. Por isso… Viaje. Viaje na viagem. Não se programe muito. Apenas vá e sinta. Claro que tem mais chance de cair em ciladas. Mas a vida é assim. Viajar é vida. Inclusive, esqueça isso que eu escrevi aqui e faça seu próprio roteiro. Não vai se arrepender. Beijo do Nobu e se for viajar fica a dica: me leve!

Fotos e vídeos dessa aventura maluca no Instagram (Só procurar nas datas 16/10/2015 a 25/10/2015): @nobukahi

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Que dez dias inesquecíveis esses da sua viagem Nobu! Rolou muita coisa sensacional e imprevisível! E amei sua opinião sobre a empanada! Hahaha! Realmente é difícil vencer o nosso maravilhoso risoles! Obrigada por compartilhar o seu roteiro e suas impressões sobre a cidade.

Se você está curioso para ver mais relatos de turistas, visite nossa categoria DICA DO LEITOR.

E para quem já conhece Buenos Aires, envie para nós alguma dica de viagem! É só escrever para airesbuenosblog@gmail.com e enviar algumas fotinhas.

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11 comentários

  1. Também caí na “dica” dos brasas argentinas. Quando vi que só tinha americano dentro tinha sentido que tinha caído na armadilha de satanás. Comida horrível.

  2. Kika Del Piero

    Hahahahahahahah.. Tbm fiz esse tour “Nueve Reinas” , um amigo argentino me fez esse favor.

  3. Gostaria de agradecer ao blog por ajudar a me livrar das ciladas e mostrar boas dicas. Li muito aqui antes de viajar. Obrigado todos que leram esse relato empírico de um rapaz latino americano sem dinheiro no banco. (E valeu, fernet!). Hahaha. Beijo do Nobu. Até a próxima

  4. shoooow! estou indo só e solteira entao aproveitei bem esse relato. vou fzr o tour lado b com aires buenos mas o resto do roteiro está em aberto pra 08 dias! (quer dizer, ja reservei montevideo e colonia)

  5. Poly

    Por isso que amo esse blog!! S2 sempre com dicas de forma leve e engraçada, ajuda muito pessoas como eu, humildes iniciantes da arte de conhecer o mundo! 🙂

  6. Luiz

    Um dos melhores roteiros que li aqui! Estou indo com minha namorada lá, e apesar de sermos namorados (duh) queremos fazer muitas festas e beber um monte. Valeu! Estou indo pra lá semana que vem e só conheci o blog essa semana, uma pena!

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