Viagem para Buenos Aires e Uruguai – Dica do leitor

A Mônica fez uma viagem para Buenos Aires e Uruguai junto com o namorado e nos conta na dica do leitor de hoje como foi toda essa experiência! Pelo relato dela deu para ver que foi uma viagem fantástica e cheia de bons drinks, afinal todos merecem um delicioso descanso, não é mesmo!

Ela pegou várias dicas aqui do blog, e se você quiser e for esperto, pode usar o roteiro que fizemos com os pontos turísticos mais tradicionais da cidade, é o Guia Básico de Buenos Aires – O que fazer em 4 dias. Ou se você procura algo menos tradicional, temos o Guia Lado B dos pontos turísticos em Buenos Aires. Ou melhor ainda, que tal comprar os dois e ganhar um desconto? Bom, pense aí e enquanto não decide, veja o relato da Mônica.

Viagem para Buenos Aires e Uruguai – Dica do leitor

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Olá pessoal,

Gostaríamos de deixar nossa contribuição para com o blog, pois daqui tiramos 90% das dicas valiosíssimas.

Nossa viagem aconteceu entre os dias 7 e 15 de março, e compreendeu Buenos Aires e as 3 cidades mais conhecidas do Uruguai (Montevideo, Punta e Colônia), tudo planejado por nós mesmos (eu e o namorado), sem fechar pacotes.

Chegamos dia 7 pelo Aeroparque e ficamos hospedados no Bisonte Palace dos dias 7 a 9. Um excelente custo-benefício!

Logo que chegamos cometi minha primeira gafe, rsrs! Perguntei ao motorista do transfer se teria que pagar alguma coisa a ele, ele me respondeu alguma coisa no sentido: “Se tu quiser, pode me dar uma propina. Eu: “Hãaam?” e ele: “É, uma propina”. Ainda bem que descobrimos, antes dele ir embora, que propina é gorjeta para eles.

Nesse mesmo dia, encontramos uns amigos que já estavam em BA e fomos jantar no Gourmet Porteño. O local, como já falado aqui no blog, é sensacional, pois possui uma variedade imensa de comida (sushi, pizza, salada, muitas carnes, peixes, doces etc) e o preço é muito menor do que o que se pagaria no Brasil, menos de R$50,00 por pessoa. O atendimento também foi espetacular. Comemos muito, tomamos 3 garrafas de vinho, água, 1 cerveja Patagônia (deliciosa!) e ganhamos outra de brinde. Vale lembrar que as cervejas em BA geralmente são servidas na embalagem litrão. Saímos do local bem alegres, rindo a toa e em busca do cassino. O clima estava bastante agradável. Acabamos não ficando muito lá (no cassino), pois apesar de estarmos bem alegres, estávamos exaustos e meu namorado estava surdo, consequência de ter feito a viagem aérea com sinusite.

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2ª dia (domingo):

Tomamos café típico dos argentinos (medialuna + dulce de leche) e fomos a pé, pela Rua Florida, em busca da feira de San Telmo. No caminho paramos na Casa Rosada, que estava aberta para visitação, tiramos várias fotos mas não nos demoramos lá. Chegamos na feira e logo me senti um “pinto no lixo” (gente, eu amo feirinhas!). Passamos de barraca em barraca, paramos para um litrão (3 na verdade), um lanche e continuamos nossa caminhada. Neste momento a feira lotou muito e percebemos que a feira era enorme… Como tínhamos marcado o tango para aquela noite, não conseguimos ver a feira por completo (triste isso). Ainda assim fizemos algumas comprinhas. Os preços de lá são ótimos, de feirinha mesmo. Saímos de lá e fomos almoçar (famintos) no T.G.I. FRIDAYS. Pedimos um macarrão com camarão que estava uma delícia! Chopps Quilmes e então partimos para o hotel.

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Nosso tango, o Tango Porteño, dava direito a aula antes do espetáculo. Isso fora o jantar (entrada + prato principal e sobremesa), mais a bebida (vinho, cerveja, água, refri) e claro, a apresentação. Desse momento posso dizer que valeu cada centavo que pagamos! A comida era boa, o vinho bom, o atendimento bem cortês…e o espetáculo, realmente, um show! Lindo, sedutor, penetrante! As variações, a orquestra, os casais (eles TEM que ser um casal, rola muita sintonia! Rsrs), enfim, tudo muito lindo e insinuante.

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3ª dia (segunda):

Acordamos super cedo e fomos ao terminal Buquebus, de onde partem os barcos com destino ao Uruguai, nosso destino final nesse dia seria Punta Del Este. Já tinhamos comprado as passagens antecipadamente na internet, pela Seacat, escolhemos essa empresa pelo preço intermediário. Havia relatos de que a empresa com preços mais baratos costumava cancelar travessias sem prévio aviso, deixando os passageiros ao relento.

Ainda assim chegamos um pouco atrasados e quase perdemos o barco por estarmos na fila errada, rsrs! Enfim embarcados, a viagem foi bem rápida (1 hora de duração) e às 9 e pouco da manhã já estávamos em Colônia. Do próprio terminal já pegamos o ônibus com destino a Montevideo (embarcação + ônibus já faziam parte da passagem comprada). Seguindo para Montevideo e nos vimos encantados pela cidade de Colônia, pela estrada, todo o percurso. Gente, tudo é extremamente limpo! Não se vê lixo no caminho, tudo muito arrumadinho, a estrada um “tapete”. Fizemos uma viagem supertranquila. Chegando em Montevideo encontramos a cidade com “cara de capital”, supermovimentada, trânsito e tudo mais. Ainda assim a cidade era bem limpa

Deixamos as malas no “guarda volumes” da rodoviária e pegamos um taxi com destino ao “Expresso Pocitos”, estávamos famintos e curiosos para conhecer o chivito, um sanduíche gigante típico uruguaio! Dica: se você tiver alguém pra dividir e não for de comer muito, peça um sanduíche para os 2, não faça como nós, que pedimos um para cada! Rsrs! Também estávamos em busca do medio y medio, uma bebida típica uruguaia, que vimos aqui em um relato de uma leitora, mas infelizmente neste local não tinha.

Comemos então nosso chivito e bebemos a Pilsen, saímos de lá “lotados”! Rsrs! E Então fomos molhar nossos pés na praia de Pocitos. Vale lembrar que já no estabelecimento, o Expresso Positos, pagamos a conta no cartão e recebemos nosso desconto no IVA, que pode chegar até 22%.

Saímos da praia e pegamos outro taxi de volta ao Centro, tínhamos poucashoras para nossa próxima partida, outro ônibus com destino a Punta, que foi nosso planejado. Dentro do taxi percebemos que o taxista também fumava, pois já havíamos visto isso em B.A., um hábito comum, porém terrível para nós que não somos fumantes.

De volta ao centro de Montevideo caminhamos um pouco e tiramos algumas fotos na Praça Independência. Queríamos conhecer mesmo a Cidade Velha, porém tínhamos pouco tempo. Paramos então em um café e pedimos clericot, outra bebida típica uruguaia, mas confesso que neste local a bebida deixou bastante a desejar.

Voltamos à rodoviária, pegamos nossas malas e partimos para Punta. Chegando na cidade ficamos mais uma vez surpresos. Tudo era muito chique, mas ao mesmo tempo, muito “vazio”, pois chegamos no fim do verão e nessa época a cidade começa a esvaziar. Pegamos um taxi com destino ao hotel San Marcos, um hotel muito bonito por fora, mas de acomodações simples. Ao entrar no quarto, logo sentimos cheiro de cigarro, mesmo pedindo quarto para não fumantes. Dica: no Uruguai é comum o esquema de hospedagem couchsurfing, nós tentamos, mas a moça que gostaríamos de nos hospedar demorou muito para responder, mas ainda assim vale a pena tentar.

Tomamos um banho rapidamente e partimos para um restaurante chamado Virazón, dica que pegamos em algum lugar da internet. Realmente, o local é fascinante! Chegamos lá de Corolla, o tipo de taxi mais “simples” que há na cidade, rs. E sim, os taxis lá são caros. Aqui podemos entender o porquê de muitos viajantes alugarem carro. Já no restaurante, que estava com pouquíssimos clientes, nos acomodamos em uma mesa de frente para a Orla de Punta, praia mansa, onde havia o pier, cheio de barquinhos.

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Esse momento foi um dos ápices da viagem, com certeza não nos esqueceremos dele. André, um dos garçons, veio nos auxiliar, ele era espanhol, que já morou/trabalhou no Brasil e falava português muito bem. Ele nos indicou o vinho De Lucca, nós amamos, pois não somos entendedores, mas não gostamos de vinhos muito secos. Também nos ajudou na escolha do jantar, pedimos risoto de cordeiro para meu namorado e spaguetti com mariscos para mim. Os pratos são muito bem servidos, tanto que não conseguimos comer tudo. Para finalizar, uma surpresa a parte, pedimos a um dos garçons que nos chamasse um taxi, logo que o mesmo chegou saímos do restaurante e nos deparamos com uma BMW! Gente, eu nunca, até então, tinha andado de BMW na vida! Sim, e era taxi! Hehehehe!

O jantar no Virazón saiu por cerca de 200 reais, já descontado o IVA, e obviamente, com os 10% do André, que foi o responsável por 80% da nossa agradabilíssima noite. Um valor muito justo. Por algo semelhante onde moramos, Brasília, pagaríamos muito mais.

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4ª dia (terça):

Acordamos umas 9 da manhã, tomamos café no mercadinho próximo ao hotel e alugamos bicicletas para passar o dia… E que dia!

Descemos de bike pela costa da Praia Brava para ver a escultura “Al Ahogado”, a famosa mãozinha. O dia estava bastante ensolarado e foi uma delícia subir nos dedos polegar e dedo mínimo, para as fotos.

Dalí fomos em busca de um drink gelado e algo para almoçarmos. Paramos no “Il Mondo Della Pizza”, onde fomos mais uma vez muito bem atendidos. Aqui finalmente encontramos um Clericot de qualidade, a garçonete, que infelizmente não recordo o nome, trouxe a jarra com todos os ingredientes prontos, apenas o vinho branco separado, na garrafinha de 375ml. Alí, na nossa frente ela coloca o vinho e mistura bem. Meu namorado pediu um “choppão de responsa” de 500 ml. Para comer pedimos uma pizza média, um pouco menor do que seria a mesma aqui, mas suficiente para nós dois. Saímos de lá levemente “borrachos” (bêbados).

Saindo dalí fomos em umas lojinhas de souvenir e compramos 3 medio y medio mais 2 vinhos (o mesmo que bebemos no Virazón, De Lucca), pegamos nossas bikes, paramos mais uma vez na “mão”, demos um mergulho na Praia Brava e voltamos para o hotel. No hotel tomamos um rápido banho pois tínhamos que correr para pegar o pôr do sol na Casapueblo. Pegamos o taxi que nos levou até lá correndo pois o sol já estava se pondo. O taxista ficou nosso amigo e tirou várias fotos nossas, belíssimas. Entramos e fomos pro barzinho, o museu já estava fechado (uma pena), bebemos Quilmes petiscando uma lula empanada e terminando de ver o sol se pôr. O local é mesmo uma obra, muito linda!

Saímos da Casapueblo e nosso amigo taxista Gustavo nos aguardava. Ele então nos deixou no Moby Dick, um bar/pub. Obs: para vocês terem uma ideia do preço dos taxis, nossa ida e volta da Casapueblo ficou em 1400 pesos uruguaios, o equivalente a 175 reais. Lembrando que a Casapueblo fica em Punta Ballena, 16km de distância.

No Moby Dick, mais uma vez a noite foi super agradável, a música ambiente era boa, o drink caprichado e havia 2 casais de brasileiros do nosso lado. Pedimos tacos, tomamos nossos drinks e fomos embora, exaustos, mas felizes.

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5ª dia (quarta):

Acordamos cedo para mais uma jornada, 2 ônibus e 1 barco nos aguardavam. Não há ônibus direto de Punta a Colônia, então fomos mais uma vez para Montevideo. Chegando na rodoviária corri para comprar as passagens no próximo ônibus que fosse a Colônia, em 1 hora estávamos embarcados. Chegamos em Colônia por volta das 17 hrs, ainda teríamos 3h30 para conhecer um pouco a cidade, antes do barco partir. Pedimos para o taxista nos deixar na Pulpería De Los Faroles, um restaurante situado no Centro Histórico de Colônia. Lá tomamos duas garrafas de medio y medio e petiscamos “copa de camarones”. Estávamos sentados ao lado de dois casais de brasileiros, e em outra mesa, uma brasileira que estava sozinha no momento. Conversamos bastante, um dos casais ia à Punta, logo eu indiquei o Virazón.

Saímos de lá mais uma vez alegres (rs) e fomos às fotos. Perto dalí encontramos diversos carros antigos, acredito que próprio para turistas tirarem fotos e se divertirem, foi o que fizemos. Após várias fotos nos carros chegamos perto do mar e ficamos, outra vez mais, admirados com o pôr do sol, esplêndido!

Nosso tempo foi ficando curto, então pedimos à garçonete do restaurante que nos chamasse um taxi. Ele veio e era um minivan Suzuki, acho que para combinar ainda mais com a “fofice” daquele lugar. Eu me sentia uma criança alegre, rsrs Gostamos muito e voltaremos lá, com certeza, para ficar mais tempo.

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6ª dia (quinta):

De volta a B.A., dessa vez hospedados no hostel florida, decidimos fazer o tradicional Tour pelo Buenos Aires Bus. Sabendo que ele para bastante, escolhemos o Caminito para descer, tirar fotos e almoçar. Desse ponto turístico não gostamos muito, pois logo que chegamos um casal fantasiado de dançarinos de tango nos puxou para fotos, não tivemos tempo de pensar ou dizer não, a mulher colocou um casaco e um chapéu muito brega no meu namorado e posou para que eu tirasse as fotos, na minha vez o cara me veio com um casaco de veludo super quente, e o clima já estava bastante ensolarado, nessa hora eu “enfezei” e arranquei tudo, falei que não queria, e ainda assim eles encheram a paciência por 100 pesos da foto com meu namorado. Confesso que fomos bobos em ter dado ideia logo no início. Entregamos os 100 pesos para nos vermos livres deles e passamos a não confiar mais em ninguém que oferecesse “cordialidades”. Também era muito irritante quando andávamos para conhecer o bairro e a toda hora éramos abordados por garçons dos restaurantes em volta. Optamos por almoçar em um restaurante onde o garçom não nos importunava, pedimos pollo (frango) empanado e purê de papas (batatas). O frango estava quase cru no meio. Pagamos nossa conta, mas antes eu verifiquei que eles tinham cobrado um chopp a mais, se foi proposital eu não posso dizer, mas não duvido. Dalí entramos em uma feirinha mais tranquila, lá não nos importunavam, compramos 2 potes de doce de leite e duas caixas de alfajor do famoso (e delicioso) cachafaz.

Voltamos ao Bus decididos a descer na flor, a Floralis Genérica. Uma pena ela estar passando por reforma, nossas fotos não ficaram muito boas, mas o lado bom é que ela vai voltar a abrir e fechar. Tiramos fotos também em frente a Faculdade de Direito, ao Planetário, quando finalmente chegamos a Pani, do Recoleta Mall. Realmente, o lugar é uma foficee sem fim! Eu pirei nas tortas, nos doces, nos cafés que serviam aos clientes, foi realmente difícil escolher algo, rsrs! Como o dia estava quente preferi algo refrescante, então fui de suco de abacaxi com hortelã. Meu namorado pediu um alfajor “salgado”, com salmão, creem cheese, rúcula e avocado. Era muito gostoso mas difícil de partir. A cerveja lá é fria, nada comparado à nossa cerveja gelada. Dividimos o alfajor e então eu pedi um mufim. Ele dava água na boca, era de sabor banana com doce de leite por dentro e por cima (huuuummm!!). O garçom que nos atendeu era um fofo, totalmente paciente, pois eu não conseguia decidir e ele explicava com toda a calma, além de tudo falava inglês, o que nos ajudou muito.

Saímos da Pani já tarde e fomos aguardar nosso ônibus, esperamos mais de meia hora e ele não passou. Descobrimos que a partir de certa hora ele não passa mais, porém no “livreto” que ganhamos ao comprar nossas passagens há todos os horários, e dizia que o último ônibus passava por volta das 21h. Enfim, pedimos um taxi, nos arrumamos e voltamos à Recoleta, queríamos uns bons drinks do Hard Rock Café. O local é ótimo!

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7ª dia (sexta):

Dia de visita ao Zoo Lujan. Confesso que estava receosa por conta das histórias de animais serem dopados, mas já na van o guia Alex, que é brasileiro nos explicou como é feita a integração dos animais com as pessoas. De acordo com ele, os animais crescem ao lado de cães (realmente vimos eles lá). Ficam com eles até estarem “adolescentes”, também ficam com seus cuidadores. A grande maioria dos felinos dormem pois possuem hábitos noturnos, mas havia também tigres adultos acordados, interagindo com os cuidadores. Em outra parte havia uma tigresa no cio e ela parecia estar muito feroz com o macho que queria namorá-la.

Não posso garantir com certeza que os animais não sejam dopados, mas os que vi pareciam muito bem tratados. Lá tiramos fotos belíssimas, uma eu vou guardar para o resto da vida, a foto com o leão Pablo. De acordo com o próprio Alex, o guia, esse leão nasceu no zoo e foi criado por uma tigreza, ele pensa que os outros tigres são seus irmãos. Pablo tem 8 anos e é um (grande) gato! Gente, para alguma certeza, recomendo que vocês vejam com seus próprios olhos.

Nesse mesmo dia chegamos ao hotel, nos arrumamos (descansar mesmo, nada, rsrs) e fomos ao Restaurante La Cabrera. Esse local é muito famoso entre os brasileiros. Como pesquisamos muito, fizemos o que muitos visitantes aconselham: reserva, antes mesmo de fazermos nossa viagem. Gente, reservem, pois o local não é grande e lota. Chegamos lá curiosos para experimentar o famoso bife de chorizo. Fomos atendidos pelo Luis, mais um garçom “daquele jeito que a gente gosta” (é, demos muita sorte). Ele nos indicou o vinho Septima Obra, um pouco mais forte que o De Lucca, mas muito saboroso também. Pedimos uma entrada (tortinha de carne) e o famoso bife, um para nós dois, pois eu não sou tão fã de carne. Primeiro chegou o bife mais uma panelinha com queijo derretido (meu namorado pirou no queijo), logo em seguida chegaram os acompanhamentos, pequenos potinhos com molhos, papas, salada, muita coisa! Você pega o que gosta. Esse bife realmente é “essa coca-cola toda”, é muito saboroso! O bife foi suficiente para os dois, tanto que não arranjei espaço para a sobremesa, rs. Por fim, o Luis parece ter gostado muito de nós e ao pedirmos a conta ele chegou com outra garrafa de vinho Septima Obra. Oi?! Sim, uma bela cortesia para levarmos. Após agradecermos tamanha gentileza ele nos informou que em breve haverá uma filial do Restaurante no Barra Shopping-RJ. Detalhe, essa era nossa sétima garrafa para trazermos ao Brasil, 2 vinhos mais 3 medio y medio comprados no Uruguai, 1 vinho que ganhamos no tour de B.A. por termos comprado 2 ingressos e mais esse. Estávamos enrolados por um provável excesso na bagagem…rs.

Saímos do La Cabrera e fomos a um boteco (mesmo), um local bem simples. Jogamos sinuca e eu me divertia bastante com a música do ambiente. Havia muitos jovens no local, provavelmente fazendo um esquenta pra balada, coisa que não conseguiríamos (badalar) devido nossa tamanha exaustão. Não demoramos muito e voltamos para o hostel.

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8ª dia (sábado):

Acordamos cedo e fomos tomar café no Starbucks (lá tem 10 em cada rua). De lá fomos a Recoleta novamente. Nesse dia entramos no cemitério, tiramos fotos, e ao sair já fomos à feirinha, amo! Como voltaríamos pro Brasil no domingo, compramos várias lembrancinhas, pra toda a família e alguns amigos mais próximos, gastamos uns bons pesos, tanto que foi preciso sacar mais e isso não é bom. (O banco cobra uma taxa e a cotação é péssima). Almoçamos no Camping, um local simples mas gostoso, onde você pode escolher a música que toca. Voltamos à Rua Florida e compramos mais souvenirs e alfajors.

À noite voltamos a Puerto Madero e escolhemos mais uma vez o T.G.I. FRIDAYS, o local estava cheio e tivemos que aguardar uns 30 minutos, o clima estava frio e bem gostoso (único dia que ameaçou chover, mas ficou só na ameaça mesmo). Pedimos nossos drinks e para jantar, um prato com camarões e papas, estava muito bom! Ao final do jantar me bateu um sono surreal… O cansaço da semana toda bateu firme nessa hora. Voltamos ao hostel e capotamos.

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9ª dia (domingo):

Dia de voltar pra casa. Tínhamos deixado nossas malas relativamente arrumadas no dia anterior, antes do jantar. Embalamos em roupas grossas nossos vinhos e separamos outras roupas para serem levadas em bagagem de mão. Gente, fizemos mágica! Heheheh. Ficamos “no limite” do peso permitido e não pagamos excesso de bagagem, ufa!

Considerações finais: ambos os países nos trouxeram dias maravilhos. Cada um com suas particularidades. Em B.A. algumas pessoas são mais secas/rudes e parecem ser mais estressadas, talvez por ser capital.

Em alguns locais o atendimento é demorado.

Palavras chave como “Buenos días” junto com um sorriso e “gracias” podem fazer toda a diferença na hora que você precisar de atendimento ou ajuda.

Alfajor, Dulce de Leche e papas “dão em árvore” em ambos os países.

Fizemos muita coisa (como podem ver), mas ainda assim não fomos a locais importantíssimos como o Café Tortoni (isso é quase um pecado), o Jardim Japonês, nem tiramos foto no Obelisco. Logo temos ótimas desculpas para voltar, rsrs.

Passei o domingo quase que inteiro fazendo essa resenha, mas adorei, afinal recordar é viver!

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Muito gostosa sua viagem, Mônica! Você conseguiu aproveitar o máximo durante o tempo que esteve por aqui! Afinal, dormir a gente dorme em casa, né? Quando viajamos temos mesmo é que conhecer o máximo possível o lugar! E lindas as fotos! Espero que em breve vocês voltem para conhecer os pontos turísticos que ficaram faltando nessa sua estadia por Buenos Aires!

Para ler mais relatos de viagens por Buenos Aires, veja a categoria DICA DO LEITOR.

E caso você já tenha viajado para cá, no mande seu relato com algumas fotos, vamos amar compartilhar sua experiência! É só caprichar no texto e enviar para airesbuenosblog@gmail.com.

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9 comentários

  1. Mônica

    Túlio,

    Mais uma vez agradeço a vc e todo o pessoal deste blog. Ficamos muito felizes em poder colaborar um pouco com este espaço!
    Mal posso esperar para voltar à terra dos nossos vizinhos 🙂

    Abração!

  2. lucas guimaraes

    que viagem bacana, eu ainda to todo perdido com a minha viagem em julho, mais ja peguei boas sugestões aqui.

    • Mônica

      Oi Adriana, qual a sua dúvida?!
      Eu ajudo sim, mas o Júlio e o pessoal do blog tbm podem ajudar bastante, ainda mais que eu..rs. 🙂

  3. Pingback: Buenos Aires - A Casa Rosada e o Tango Insinuante | Leve Sem Destino

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