Carnaval em Buenos Aires – Dica do leitor

A dica do leitor de hoje não é de uma viagem muito recente, mas é bem gostosa de se ler! A Bárbara e a Letícia vieram para Buenos Aires no Carnaval de 2013 e hoje você vai ler o relato e as impressões da Bárbara. Elas andaram bastante de ônibus e também a pé, o que é ótimo para conhecer bem a cidade.

Se você está planejando sua viagem para a capital portenha, precisa conhecer o Guia Básico de Buenos Aires – O que fazer em 4 dias, com os principais pontos turísticos da cidade. O blog tem também outro ebook, o Guia Lado B dos pontos turísticos em Buenos Aires, com ótimos locais para visitar, mas que estão fora do circuito tradicional de turismo! E caso você esteja planejando dar um estivada no Uruguai, dê uma olhadinha no Guia O que fazer no Uruguai – 4 dias.

Carnaval em Buenos Aires – Dica do leitor

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Minha primeira viagem internacional aconteceu no Carnaval de 2013. Após muitas tentativas de programar férias + dinheiro, minha amiga Letícia e eu acabamos deixando para esse feriado, como uma despedida antes de eu ir morar em Dublin.

Passagens compradas com antecedência, reserva no hostel feita com antecedência, Aires Buenos lido com antecedência, lá fomos nós.

O voo pela Aerolineas Argentinas foi bem tranquilo. As comissárias são sérias e argentinas, ou seja: espanhol já vai sendo praticado no voo mesmo: “Jugo de naranja, por favor! Gracias”.

Ao chegar no Aeroparque (2h e 30min de vôo), você entra na fila da imigração e apresenta o passaporte. O atendente perguntou onde ficaríamos, por quanto tempo, mas só isso. Ele foi bem simpático e estávamos oficialmente em solo hermano! Mas nem imaginávamos que ficaríamos ali por pelo menos 1 hora em busca de… Moedas! A ideia era pegar o ônibus para San Telmo, onde ficamos hospedadas. E no ônibus só aceitam moedas. E ninguém no aeroporto trocava moedas pra gente, ninguém. Tivemos que sacar 10 pesos de um ATM pra tentar comprar alguma coisa e pedir o troco em moedas.

Fomos comprar uma água: “Dieciocho pesos”. Ãhn? Ceis tão loucos? É só uma água!

Passado o susto, achamos as famosas medialunas (tipo um mini-croissant) por 6 pesos. E fomos pegar o ônibus felizes com nossas moedinhas.

Ao entrar no ônibus, você deve dizer pra onde está indo pra que o motorista gere o valor certo pra você pagar: “Avenida Belgrano, por favor”, coloca as moedinhas na máquina e pega seu ticket.

Após uns 10 ou 15 minutos, comecei a ver algumas placas escritas “San Telmo”. Comentei com a Lê: “Estamos perto!”, mas não imaginávamos que já estávamos no lugar certo, já que o motorista esqueceu de nos avisar e descemos 10 quadras mais longe do que deveríamos ter descido.

Conseguimos chegar na avenida certa, trocamos nosso dinheiro com um amigo da Lê e conseguimos fazer o check-in no hostel. Aliás, um parênteses para o hostel: legal, enorme, wi-fi firmeza e staff bacana. Café da manhã bacana e vários gringos descalços!

Almoçamos por ali mesmo e resolvemos ir ao Centro, onde compraríamos nossas entradas para ver um tango num Centro Cultural (que já havíamos pesquisado e estava com o preço bom).

Depois de pegar o metrô, descemos no Obelisco, bem no Centro. Aproveitamos pra tirar umas fotos por ali e seguimos em frente pra encontrar a rua do Centro Cultural.

E aí, o pior momento da viagem toda.

Sinto uma mão puxar meu pescoço, ao passo que sinto a Letícia me puxando na direção contrária. Na hora, não entendi o que estava acontecendo e segurei minha bolsa com mais força ainda.

“Lê! Por que você me puxou?!”
“Bá, aquele cara ia roubar tua bolsa!”

Cara, que desespero. A gente tinha acabado de sofrer uma tentativa de assalto e nem perceber eu tinha percebido. Deu uma vontade de chorar tão grande que até doeu a garganta. Continuamos andando (o ladrão saiu correndo na direção contrária) e uma moça que vinha chegando nos alertou: “Não continuem por aqui, aqueles caras lá na frente estão roubando!”. Com medo, atravessamos a avenida e após umas 3 quadras, fomos parar na tal Calle Florida, rua queridinha dos brasileiros, cheia de loja de marca, gente vendendo passeio e show de tango e uns caras mal-encarados. Entramos na Galerias Pacífico pra tentar sentar e pensar no que havia acontecido. Estávamos assustadas, cansadas, abaladas. Se bem-sucedido, o ladrão teria levado minha bolsa com: celular, câmera, dinheiro e documentos, tudo.

Ficamos sentadas na praça de alimentação por uns 40 minutos, pensando em como iríamos embora dali. Perguntamos pro segurança e logo atrás da Galeria tinha uma rua onde passava o ônibus pro hostel.

Nesse dia, por conta do cansaço e do susto, não saímos à noite e fomos dormir cedo. Mas a tentativa de assalto não nos impediu de continuar nossos passeios nos outros dias…

No nosso segundo dia em Buenos Aires, resolvemos adotar alguns sistemas de segurança por causa da tentativa de roubo no primeiro dia: somente uma câmera fotográfica, não sair com celular (em alguns casos) e dinheiro bem escondido.

Sendo assim, como se tratava de um domingo, fomos conhecer a Feira de San Telmo. Ela acontece na rua Defensa, e era bem pertinho do hostel!

A feira é bem legal. Chegamos por volta das 10h e muitas barracas ainda estavam sendo montadas. Tem sapato, tem lenço, tem bolsa, tem souveniers, tem bebida, tem quadro, tem enfeite, tem óculos, tem de tudo. É tanta coisa bacana que você tem que se segurar muito pra não sair comprando.

A gente andou tanto na feira que quando voltamos por hostel já passava da 1 da tarde. Largamos as compras e pegamos a bolsa, saindo com destino ao bairro do Boca.

Com o número do ônibus que ia pra Boca em mãos, lá fomos nós. Por causa da nossa nova estratégia de segurança, o lance lá ia ser só pra tirar umas fotos e dar o fora, já que esse bairro não tem das melhores famas.

Em uns 15 minutos, lá estávamos: em frente ao Caminito, que como gosto de definir, é um Pelourinho brasileiro. Tem muitos restaurantes com dançarinos de tango pra atrair a clientela e a Lê até foi confundida com colombiana e costa-riquenha. Arrasou no espanhol!

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A umas duas quadras de distância dali já é possível ver o famoso Estádio do Boca Juniors. Ele é pintado com as cores do time e parece ser bem grande. Confesso que fiquei com muita vontade de entrar, mas a gente estava cansada, com fome, fora a quantidade de gente mal encarada por ali. Achamos melhor tirar as fotos e dar seqüência ao nosso plano: bairro da Recoleta.

Pegamos o ônibus e em pouquíssimo tempo chegamos na rua atrás do Cemitério da Recoleta em que se encontra Evita Perón. Quase caindo de fome, paramos num restaurante pra almoçar.

Já era fim de tarde e infelizmente não conseguimos entrar no cemitério (mas somos brasileiras e não desistimos nunca, voltamos lá no nosso último dia). Então resolvemos entrar no Centro Cultural ao lado pra não perder a viagem.

Uma olhadinha nos muros gravitados aqui, outra ali, o céu foi escurecendo e tava pra começar a chover. O dia tinha sido MUITO quente, então a gente já tava esperando aquela chuva típica de verão. Saímos do Centro Cultural mas não deu tempo de ir muito longe, porque a chuva começou e nos abrigamos no Shopping Buenos Aires Design – um lugar onde é possível encontrar tuuuudo pra decoração e coisas pra casa, sabe? Tem muita coisa legal, mas a gente só queria sentar pra recuperar a dignidade. Encontramos um Starbucks e bebemos um frappucino de doce de leite enquanto a chuva caía lá fora.

Já passava das 7 da noite quando resolvemos voltar pro hostel na chuva mesmo. Só caía uma garoa forte, mas o problema nem de perto foi esse. Conseguimos achar a rua onde pegaríamos o ônibus, mas… Cadê o ponto? Em muitos lugares de Buenos Aires não há ponto de ônibus, mas um adesivo na parede/muro com os números dos ônibus que passam por ali. Só que a gente procurou e nada, nem ponto, nem adesivo. Um segurança de um prédio naquela rua nos disse que era só esperar perto do “lixão”. E ufa: o ônibus logo passou (e parou) ali.

Chegando no hostel, descansamos um pouco e nos preparamos para o último passeio do dia: um show de tango.

Como não conseguimos comprar ingressos pra ver o tango no Centro Cultural Borges no dia anterior, pesquisamos na internet mas só encontrávamos coisa cara. Até que no domingo de manhã, ao sair do refeitório após o café, me deparei com um folheto que falava de um clube de tango ali em San Telmo, na rua Perú. Era barato (30 pesos cada) e a algumas quadras de onde estávamos hospedadas.

Dinheiro bem escondido, fomos ao tango.

A rua em si estava bem esquisita e vazia. O clube tem uma escadaria e a “porta de entrada” é lá em cima mesmo. Você paga na entrada e já vai entrando. Tinha um palco com 3 músicos e várias mesinhas ao redor do salão, deixando espaço livre no meio pro povo dançar. Pegamos uma mesa e admiramos a música e os casais dançando.

Uns 15 minutos depois deram início ao show de fato. Várias músicos subiram ao palco e começaram a tocar vários tangos liiiindos. E mais gente ainda levantou pra dançar (muitos jovens, mas gente mais velha também).

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E a nossa conclusão foi: ir num clube onde toca-se tango frequentado por locais é uma experiência SEM COMPARAÇÃO em relação a ver um show pra turista, com os dançarinos vestidos com aquelas roupas todas. Foi inesquecível.

Na segunda-feira, nosso terceiro dia em Buenos Aires, fomos a diversos lugares, tudo de acordo com o plano: visitar a estátua da Mafalda, Casa Rosada, Plaza de Mayo, Palermo e no meio tempo, parar pra almoçar e jantar em lugares legais.

A gente já tinha passado pela estátua quando fomos na Feira de San Telmo no dia anterior, mas como a rua tava cheia de barraquinhas, acabamos passando direto. Sendo assim, acordamos cedo e fomos direto pra lá. A estátua fica na esquina das ruas Chile e Defensa, lugar onde Quino (criador da Mafalda) morava. Não sei se porque segunda era feriado, mas o lugar estava bem vazio e tiramos várias fotos à vontade.

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Casa Rosada – eu, sinceramente, não esperava nada de lá. Achava que seria mais um prédio chato do governo, mas como ter expectativas baixas é o segredo da vida, adorei a visita! Nos sentimos bastante seguras com a quantidade de seguranças já na entrada do prédio. Ao entrar, nos deparamos com vários, vários quadros de grandes líderes latino-americanos, como Che, os Perón, Bolívar, Tiradentes e até o Lula! O mais bacana é que além de um pequeno resumo de quem foi a pessoa do quadro, eles colocam uma citação que mostra sua essência. É bem interessante e dá vontade de estudar sobre todos eles!

Plaza de Mayo – A praça é em frente à Casa Rosada e relativamente tranquila, com vários gringos tirando foto e andando por ali. Há várias faixas de protesto e muitas, muuuuitas pombas. Mas essa parte a gente ignora, né? Batemos umas fotos e fomos pegar um ônibus pra Palermo.

Descemos em frente a uma praça na avenida Santa Fé, já em Palermo. Com medo de perder o horário de almoço dos restaurantes (como aconteceu no domingo), resolvemos almoçar antes de procurar o Malba, motivo pelo qual estávamos naquele bairro.

Vimos uma sugestão boa no guia e iniciamos a caminhada. Mas essa caminhada durou horas. Nunca andei tanto debaixo de sol, não aguentávamos mais. Mas no fim encontramos as Cañitas (região dentro de Palermo repleta de restaurantes e tal) e almoçamos num lugar muito gostosinho, que infelizmente esqueci o nome e nem anotei. Foi até engraçado porque até então estávamos em dúvida se lá era feriado ou não, e estranhamos o número de gente almoçando de boa com a família e amigos no restaurante. Tipo: esse povo é rico assim pra estar aqui de boa numa segunda à tarde?! Só confirmamos que se tratava de um feriado no final do dia.

Depois de almoçar, com medo de andar tudo aquilo de volta, pegamos o metrô.

Conseguimos encontrar o Malba no fim da tarde. A entrada custou uns 16 pesos, se não me engano, com a apresentação da carteirinha de estudante. O museu tem 3 andares (contando com o térreo) e é bem espaçoso, clean, com o ar-condicionado na medida certa.

A primeira exposição trazia muita foto, montagem, coisa interativa mas de um modo geral, não me interessei tanto quanto pela sala onde era possível ver diversas obras clássicas da arte latino-americana, como Frida e Tarsila do Amaral. Tinha muita coisa bonita e diferente, então fizemos as loucas e tiramos várias fotos por ali.

Saímos do Malba quando a noite já dava as caras e pegamos um ônibus para o hostel – que na verdade parou num ponto bem longe pra nós e mais uma vez tivemos que andar loucamente.

Jantar no boteco – Queríamos sair pra comer à noite mas não queríamos nada longe demais. O guia nos mostrou um “boteco” tradicional de San Telmo, com bons preços, e lá fomos nós. Comemos uma pizza fugazza de queso, bem gostosa! E assim terminou nossa penúltima noite em Buenos Aires.

O último dia na Argentina foi tão cheio quanto todos os outros. Acordamos cedo, andamos o dia todo e só voltamos à noite. Bolhas nos pés me machucaram horrores, mas eu já tava lá, tinha que aguentar.

Começamos visitando a livraria El Ateneu, que antigamente era um teatro. O lugar é realmente lindo, de encher os olhos. São vários andares e cabines clássicas, e o palco foi transformado em café. Tava super cheio de gringos e brasileiros, claro.

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Os preços? Não achei nada barato não. Pra dizer a verdade, só comprei um exemplar de “Tolkien for dummies” pro meu irmão e pronto, era o que cabia no orçamento.

De lá, seguimos a pé para a Recoleta fazer os passeios que não conseguimos no nosso segundo dia (por motivos de: chuva e falta de tempo). Fomos andando tranquilas, paramos em umas duas sorveterias no caminho e chegamos no segundo destino do dia: o restaurante San Juanito.

Mas antes, preciso fazer uma pausa: todo mundo fala do sorvete argentino, de como você encontra mil sorveterias pela cidade, uma em cada esquina, etc etc… E vou dizer o seguinte: não entendi o porquê desse papo todo, simplesmente porque o sorvete é caro e nem é tão maravilhoso assim. O único, ÚNICO lugar que atingiu nossas expectativas foi a Persicco – preço bom, sorvete delicioso e casquinha sensacional!

As famosas Freddo, Volta: tudo caro. A sorveteria Alaska, em São Paulo, dá de mil.

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Mas, voltando ao almoço no San Juanito: a dica desse lugar tava no guia e ao chegar, demos o nome pra aguardar uma mesa. Tivemos sorte, pois após fazermos a reserva a fila aumentou muito, com gente esperando inclusive do lado de fora. Comemos as famosas empanadas argentinas e tava bom demais. O lugar tinha um preço bacana e decoração bem diferente. Recomendo!

Devidamente almoçadas, fomos até o cemitério, que fica a uma quadra dali. Dessa vez, chegamos a tempo de entrar!

É meio bizarro dizer isso, mas… Que lugar bonito e tranquilo (tirando os marimbondos). Os jazigos são impressionantes. Lá estão enterradas pessoas importantes da história Argentina e também gente de famílias ricas. Há jazigos enormes e imponentes, outros mais simples e com cara de total abandono. O que mais nos impressionou foi notar que muitas daquelas pessoas foram “enterradas” recentemente. Já pensou que estranho você no velório de um ente querido com um monte de turista no lugar?

Depois de caminhar por ali procurando, encontramos o túmulo mais famoso do Cemitério da Recoleta: o de Evita Perón. Não tem nada de muito grandioso ali, com exceção das inúmeras placas homenageando-a e flores também. O que nos deixou chateada foi ver o número de brasileiros fazendo piada, dando risada e tirando foto sorrindo por ali. Tudo bem, é turismo, mas cara, isso é um túmulo, isso é um cemitério. Parece meio desrespeito, sabe? Desgostosas com isso, fomos embora de lá e demos seqüência ao plano: Floralis genérica.

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A Floralis é uma construção de metal que representa uma flor bem no meio de uma praça/parque na Recoleta. Fica a algumas quadras do cemitério, bem fácil de achar (depois de ter percebido que demos a maior volta, claro). Turistada tirando fotos e alguns locais na grama tomando sol. Inclusive um deles só de sunga!(?)

Já era fim de tarde e pegamos o ônibus de volta pra San Telmo. A idéia era comprar alfajor de lembrança pro povo antes das lojas fecharem (sim, deixamos pro último dia porque gostamos de emoção). Olha numa loja aqui, outra ali, resolvemos comprar no mercado que estava mais barato, além de já termos tido provado essa marca e termos gostado bastante.

Esgotadas e com fome, decidimos fazer o sacrifício final (pros meus pés pelo menos foram, porque eles pediam descanso): jantar em Puerto Madero. Já tinham me dito que lá era imperdível e blá blá blá, e como era nossa última noite na cidade… Lá fomos nós.

Da Plaza de Mayo andamos umas 3 quadras, pra depois perceber que poderíamos ter descido a avenida Belgrano (próxima do hostel, nossa referência sempre) direto, mas paciência.

Tem a tal Puente de la Mujer e tá cheio de turista tirando foto. Mas deu pra perceber uma coisa: aquela é uma região TOTALMENTE voltada pro turismo. Restaurante caro, aquela coisa toda. Comemos uma pizza e viemos embora. O restaurante não tinha sorvete de sobremesa! Que absurdo!

E foi assim que terminou nossa estada em Buenos Aires. Vi caras lindos, caras mal-encarados, quase fui roubada, me apaixonei pelo tango, comi empanadas, comi alfajor, comi pizza e muito sorvete. Cheguei à conclusão de que o doce de leite mineiro é melhor e que São Paulo não tá tão mal assim. Buenos Aires, muchas cosas maravillosas! (Ler com sotaque argentino, então “maravichossas”).

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Sua viagem foi realmente muito gostosa, Bárbara! Obrigado por compartilhar conosco! E tenho certeza que sua experiência em um tango local foi enriquecedora, é uma ótima forma de conhecer a cultura argentina e se divertir ao mesmo tempo. E mais uma coisa, você não é a única que prefere o doce de leite mineiro ao argentino! Rsrs

Se você gostou dessa dica do leitor e quer ler outros relatos como esse, visite a categoria DICA DO LEITOR.

E mesmo se a sua viagem para Buenos Aires foi feita faz algum tempo, faça como a Bárbara e escreva para nós! É só mandar seu texto junto com algumas fotos para airesbuenosblog@gmail.com.

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3 comentários

  1. Que gostoso relembrar de tudo isso. Ter andando tanto me ensinou muito sobre Buenos Aires…tanto que já me perdi em outros caminhos por aí depois disso! haha
    O restaurante de comida a la parilla nas Cañitas que a Bá esqueceu o nome é o Las Cholas http://www.tripadvisor.es/Restaurant_Review-g312741-d1066466-Reviews-Las_Cholas-Buenos_Aires_Capital_Federal_District.html
    Apesar de distante, recomendo (não sem antes checar o caminho no google maps).

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